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Com mais de 20 anos de existência, a ANEPAC vem trabalhando para o fortalecimento do segmento de agregados no Brasil, dentro do cenário econômico brasileiro, através de diversas ações junto aos setores público e privado. Muito tem sido feito neste período e os resultados são inegáveis.

Pensando em intensificar ainda mais este trabalho, a entidade está promovendo um redirecionamento de suas ações comerciais que têm como objetivo o estreitamento das relações com seus públicos, especialmente associados e parceiros comerciais.

Conheça a vitrine de produtos destinados aos parceiros da ANEPAC.

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Palestras (0)

A Indústria em números - Dezembro 2018

Por: CNI

 

Resíduos da mineração: Desafios para o futuro

Por: Fernando Mendes Valverde - ANEPAC

 

Construção civil – Balanços e perspectivas

Por: Jose Romeu - Sinduscon-SP

 

Desafios do setor de agregados

Por: Fernando Valverde-ANEPAC / Abimex 2018

 

Mercado de agregados – SP

Por: Fernando Valverde – ANEPAC / Deconcic 2018

 

O segmento de arquitetura e engenharia consultiva

Por: Fernando Mentone – Sinaenco

 

Perspectivas da indústria de materiais de construção

Por: Rodrigo Navarro – ABRAMAT

 

Perspectivas na ótica da indústria do cimento

Por: Paulo Camilo - SNIC

 

Tendências no mercado da construção

Mario Marques - Sobratema

 

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Movimento Responsabilidade de Peso

No início deste ano o Sindicato da Indústria de Mineração de Pedra Britada do Estado de São Paulo (Sindipedras) com o apoio da Associação Nacional das Entidades de Produtores de Agregados para Construção (ANEPAC) lançou o Movimento Responsabilidade de Peso que tem como principal objetivo unir os principais agentes do setor de agregados em torno da conscientização para a questão do transporte de agregados e seus subprodutos dentro dos limites permitidos por lei.

O Movimento conclamou, por meio de encontros e uma campanha estruturada, produtores, transportadores, clientes e órgãos públicos a se responsabilizarem por garantir que os produtos comercializados sejam transportados em segurança. Na visão do Movimento, cada um dos agentes da cadeia deve assumir o compromisso de observar e zelar pelo cumprimento da lei.

Para Antero Saraiva Junior, presidente do Sindipedras e diretor do Grupo Itaquareia, o Movimento é muito relevante tanto para o setor de agregados, quanto para as estradas brasileiras. Para ele, o Movimento é Legal, ou seja, coloca as empresas em conformidade com a Lei da Balança, reduz as autuações dos órgãos de fiscalização, e o risco de acidentes de trânsito e ajuda a manter o pavimento em boas condições.

Mas, para que o resultado seja positivo, segundo Antero, é necessário que todos os envolvidos tenham consciência que os órgãos fiscalizadores atuem de forma a coibir os abusos, autuando os infratores.

"Ao carregarem mais quantidade por viagem (os transportadores) podem entender que estão obtendo um ganho adicional, reduzindo o custo unitário, pois transportam maior volume por entrega, embora essa redução, no longo prazo, considerando todos os custos envolvidos, não se confirme. Então, além da conscientização é preciso que a fiscalização atue de forma a coibir os abusos, autuando os infratores", alerta o representante.

A campanha desenvolvida pelo Sindipedras conta com peças de divulgação e material de suporte que podem ser utilizados pelas entidades e empresas para disseminar os princípios do Movimento. Foram produzidos pelo Movimento um selo para Nota Fiscal, adesivo para caminhões, placas de expedição, tabela de pesos e cartazes. Os materiais estão disponíveis para download gratuito no site:

sindipedras.apepac.org.br/movimento

Certificado

O Sindipedras, em parceria com a Associação Brasileira e Normas Técnicas (ABNT) elaborou o Programa de Avaliação do Limite Legal de Peso para empresas interessadas em melhorar sua eficiência, eficácia e reputação no mercado. Por meio da implantação de um Sistema de Gestão dos Serviços de Avaliação do Limite Legal de Peso, as empresas que atenderem aos requisitos especificados, recebem um Certificado de Conformidade de Serviços.

No dia 21 de agosto foi entregue o primeiro certificado para a empresa Embu S.A. Engenharia e Comércio, para os serviços “Controle do limite legal de peso”. O certificado foi entregue ao seu diretor-presidente, Luiz Eulálio de Moraes Terra, por Mario William Esper, presidente da ABNT, durante uma reunião realizada para discutir os rumos do Movimento Responsabilidade de Peso.

Entrega certificado ABNT

Entrevista

Daniel Debiazzi Neto

Superintendente da Embu S.A e Diretor Executivo da ANEPAC

Daniel 3

Qual a importância do Movimento Responsabilidade de Peso para o mercado de agregados e para a sociedade?

O MRP é parte de um programa que vem sendo desenvolvido, já há alguns anos, pelo Sindipedras e ANEPAC, que objetiva precipuamente incentivar e conferir melhorias operacionais, de relações com o mercado e, sobretudo, do ambiente de negócios. E, ainda, como resultado adicional se pode dizer que também age no sentido de melhorar a reputação do setor. São várias as ações desenvolvidas com tais objetivos, mas, particularmente relacionado à questão apresentada, o princípio de tudo foi a iniciativa do setor em regular a comercialização de agregados pela unidade de medida tonelada, até a virada do século feita por volume, m3. O procedimento inferia uma série de imprecisões na quantificação do que era comercializado e, mais tarde, o então DNPM atendeu às demandas do setor e publicou a Portaria n°456/2007 (posteriormente com texto alterado pela Portaria DNPM n° 13/2008), que veio considerar a necessidade de “uniformizar a unidade de medida compatível com o padrão internacional” e adotou a tonelada como unidade de medida padrão. Hoje a legislação vigente, sucessora dos mencionados dispositivos legais, é a Portaria DNPM n°261/2018, que trouxe aperfeiçoamentos e estabeleceu prazo até 2 de abril de 2019 para a adequação de todos os empreendedores.

Qual o peso destas medidas?

Essas legislações foram importantes para o setor, que pode afastar quaisquer tipos de insegurança sobre a quantificação dos agregados comercializados e então passamos a nos preocupar com um outro problema – que não é exclusivo do setor de agregados e sim um problema que atinge as cargas rodoviárias em geral – que é o excesso de peso. Como os produtores de agregados e, notadamente, os de pedra britada e subprodutos estão próximos ou junto aos centros consumidores, em áreas urbanas ou próximos a elas, o transporte com sobrecarga sempre foi uma preocupação. Em função disso, o Sindipedras e posteriormente o Sindareia, lançaram programas de conscientização em São Paulo e, mais recentemente, o setor entendeu que a boa causa do “limite legal de peso” precisaria tomar impulso e envolver outros players do mercado, grandes clientes e autoridades. Posso resumir afirmando que a iniciativa tem sido um grande sucesso e mostra que algumas situações começam a efetivamente mudar no país. É inegável que o MRP traz mais segurança para as nossas operações, reduzindo o potencial de acidentes, propicia economias em manutenção, combustível, contribuindo ainda para não desgastar precocemente o pavimento da vias urbanas e rodovias. O MRP é um programa daqueles que todos ganham e tem um alicerce na tomada de consciência e no exercício de princípios da cidadania.

Qual é o maior desafio do Movimento?

Creio que não se resume no maior, mas dois deles constituem desafios de mesma ordem de grandeza e importância. O primeiro deles é o da multiplicação da conscientização dos produtores de que se trata de uma boa causa, de que simplesmente é necessário atender o que dispõe a legislação existente. O segundo é o de combater a concorrência desleal, que se fia na ineficiência do processo de controle de cargas e aposta num jogo de “gato e rato” quando os aparatos fiscalizatórios são montados, acreditando no baixo risco e na impunidade.

Além de apoiar o Movimento e seguir suas orientações, como as empresas produtoras de agregados podem auxiliar a disseminar as ideias em suas regiões?

As empresas produtoras conscientes precisam atuar para impedir inconformidades. Não é suficiente esperar que as entidades do setor consigam, institucionalmente, consolidar essa boa causa embutida no MRP. Um movimento como esse só pode ser sustentado com o empenho de cada produtor, primeiramente mantendo-se inflexível no cumprimento da legislação. Depois, auxiliar no desenvolvimento de esforços para impedir o a concorrência desleal feita por aqueles que não praticam o limite legal de peso. Esse auxílio pode ser feito com alertas aos grandes clientes, que constituem o outro lado da observação da conformidade legal, para que eles não aceitem receber agregados sem observação do limite legal de peso. 

Quais os desdobramentos do Movimento?

O MRP foi iniciado com uma campanha publicitária preponderantemente voltada à conscientização dos produtores e dos grandes clientes, passou pela busca de apoio de outras entidades da Cadeia da Construção e já há algum tempo transita pela busca de apoio de autoridades. Uma das manifestações mais relevantes foi da Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias (ABCR), que formalizou apoio ao MRP. Por fim, nesta semana tivemos a finalização do processo de Certificação de Peso, desenvolvida pelo Sindipedras com a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), visando garantir confiabilidade e idoneidade à carga de agregados.

Saiba mais: sindipedras.apepac.org.br/movimento

 

Seminário de Agregados 2019

 

Aconteceu no dia 22 de outubro de 2019, o Seminário de Agregados 2019 evento que reuniu, durante todo o dia, empresários e representantes de entidades em São Paulo.

Realizado pela ANEPAC em parceria com a Metso, o seminário permitiu aos participantes conhecer o ponto de vista de profissionais sobre economia, investimento, tecnologia e mercado.

Um debate com empresários foi realizado ao final do evento sobre as tendências do mercado de agregados e os principais desafios das empresas para os próximos anos. Participaram do debate o diretor-presidente da Embu, Luiz Eulálio de Morais, o diretor da Itaquareia, Antero Saraiva Júnior e o diretor da Agabritas, Pedro Reginatto.

Câmara aprova proposta para ampliar segurança em barragens de rejeitos

 

Texto fixa o prazo de três anos para mineradoras fecharem barragens construídas pelo método de alteamento a montante, como a que estourou em Brumadinho (MG). Matéria segue para análise do Senado.

Leia a matéria na integra. clique aqui

Associadas da ANEPAC recebem premiação

As empresas AB Areias, de São Paulo, e Martins Lanna, de Minas Gerais, ambas associadas da ANEPAC, receberam ontem, em cerimônia realizada no Centro Brasileiro Britânico, em São Paulo o prêmio Empresa do Ano do Setor Mineral na categoria Agregados, concedido pela revista Brasil Mineral.

A tradicional premiação existe desde 1984 e, de acordo com a revista, é um reconhecimento às empresas que se destacam em itens como política de crescimento, inovação e política ambiental. As indicações das empresas são feitas pelo conselho consultivo da revista, para quatro categorias, Metais Ferrosos, Metais Não-ferrosos, Metais preciosos, Minerais Industriais/Fertilizantes e Agregados, e a votação é realizada entre os leitores da publicação.

Também foram premiadas nesta edição as empresas Buritirama Mineração e CBMM (Minerais Ferrosos), CBA e Nexa (Minerais Não Ferrosos), AngloGold Ashanti e Yamana Gold (Metais Preciosos) e AMG Mosaic (Minerais Industriais/Fertilizantes).

O presidente executivo da ANEPAC, Fernando Valverde, participou da cerimônia onde estavam presentes, também, representantes de entidades setoriais, empresários e profissionais do setor mineral.

 

Palco

Troféus

Crédito fotos: Brasil Mineral

Publicado em: 19/06/2019

Encontro com produtores de areia e brita da região do Vale do Aço em Minas Gerais

O presidente do Conselho da ANEPAC, Gustavo Lanna, participa hoje de encontro com produtores de areia e brita da região do Vale do Aço em Minas Gerais.

No encontro serão abordados temas como a venda por toneladas, determinada pela Portaria ANM 261/2018 e o Movimento Responsabilidade de Peso, lançado pelo Sindipedras SP e adotado pela ANEPAC para mobilização em todo Brasil.

O evento acontecerá na sede do Sesi/Senai de Ipatinga às 13h30.

 

Publicado em: 06/06/2019

Tabela de frete é fracasso, afirma agronegócio

Tabela de frete é fracasso, afirma agronegócio

Já para entidades da indústria, dispositivo prejudica não só os produtores como também os próprios caminhoneiros

Matéria do Jornal Folha de São Paulo apresenta visão de setores do mercado sobre a tabela de fretes de cargas.

 

Confira a matéria na íntegra.

www1.folha.uol.com.br/mercado/2019/05/tabela-do-frete-e-fracasso-afirma-agronegocio.shtml

91º ENIC

A ANEPAC esteve presente, na pessoa de seu Presidente do Conselho, Gustavo Lanna,  na 91ª edição do Encontro Nacional da Construção. O evento foi realizado entre os dias 15 e 17 de maio no Rio de Janeiro.

No evento foram discutidos temas de grande importância para o setor mineral, com projeções de mercado para os próximos meses. Além da participação de renomados profissionais do setor, o ENIC recebeu ministros de estado e líderes de entidades representativas do setor da construção para palestras e debates.

Para Gustavo Lanna, o conteúdo das palestras e debates foi muito interessante, com posições realistas e otimistas sobre a realidade do setor.

Promovido pela CBIC, o evento foi realizado em parceria com o Sindicato da Indústria da Construção no Estado do Rio de Janeiro (Sinduscon-Rio), a Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro (Ademi-Rio) e o Serviço Social da Indústria da Construção do Rio de Janeiro (Seconci-Rio).

ONU alerta que entre 40 e 50 bilhões de toneladas de areia são extraídas por ano

 

Relatório do Pnuma mostra riscos da exploração excessiva deste recurso natural; documento pretende início de um debate global sobre extração; relatório identifica melhores práticas existentes.

O Programa da ONU para o Meio Ambiente, Pnuma, alerta que é necessária uma melhor gestão na extração e utilização de areia.

Segundo um relatório publicado esta terça-feira, a procura deste recurso natural tem vindo a crescer e já se situa entre os 40 e os 50 bilhões de toneladas por ano.

LEIA A MATÉRIA NA ÍNTEGRA. CLIQUE AQUI!

ANEPAC realiza Assembleia em Curitiba

A mais recente Assembleia Geral da ANEPAC foi realizada no dia 24 de abril em Curitiba. Na pauta estava a discussão sobre projetos de lei, ações governamentais e atividades no setor de agregados.

A defesa por práticas éticas e desenvolvimento das empresas mineradoras é o principal motivador do trabalho da ANEPAC e ações neste sentido foram discutidas entre os membros do conselho da entidade. Dentre estas ações está o Movimento Responsabilidade de Peso, liderado pelo Sindipedras/SP e que está sendo apoiado pela ANEPAC. O Movimento foi criado para sensibilizar a cadeia produtiva de agregados para o respeito à regulamentação da venda a peso em todo o país.

A intenção da ANEPAC é difundir as premissas do Movimento para as empresas mineradoras de agregados em todo o território nacional e ampliar a discussão sobre a importância da venda por tonelada, de acordo com a portaria publicada pelo DNPM, em vigor desde 2 de abril deste ano.

Nas próximas semanas, membros da diretoria da ANEPAC estarão se reunindo para discutir as estratégias de divulgação e engajamento dos mineradores de agregados ao Movimento.

Assembleia ANEPAC

 

A ANEPAC reúne hoje, em Curitiba, presidentes de sindicatos e associações filiadas, membros do conselho e da diretoria, empresas associadas e produtores para dois importantes encontros, a Assembleia Geral e uma reunião sobre o Plano Nacional de Responsabilidade de Peso.

A Assembleia Geral é realizada periodicamente para discutir ações inerentes ao desenvolvimento do setor como política, legislação e eventos setoriais.

Movimento Responsabilidade de Peso – A reunião discutirá a adesão da ANEPAC ao movimento e a discussão sobre o Plano Nacional de Responsabilidade de Peso, já iniciada em março, em São Paulo. A ideia é sensibilizar os produtores de todos o país quanto à importância do movimento e buscar a adesão em todo o território nacional.

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