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Com mais de 20 anos de existência, a ANEPAC vem trabalhando para o fortalecimento do segmento de agregados no Brasil, dentro do cenário econômico brasileiro, através de diversas ações junto aos setores público e privado. Muito tem sido feito neste período e os resultados são inegáveis.

Pensando em intensificar ainda mais este trabalho, a entidade está promovendo um redirecionamento de suas ações comerciais que têm como objetivo o estreitamento das relações com seus públicos, especialmente associados e parceiros comerciais.

Conheça a vitrine de produtos destinados aos parceiros da ANEPAC.

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Palestras (0)

A Indústria em números - Dezembro 2018

Por: CNI

 

Resíduos da mineração: Desafios para o futuro

Por: Fernando Mendes Valverde - ANEPAC

 

Construção civil – Balanços e perspectivas

Por: Jose Romeu - Sinduscon-SP

 

Desafios do setor de agregados

Por: Fernando Valverde-ANEPAC / Abimex 2018

 

Mercado de agregados – SP

Por: Fernando Valverde – ANEPAC / Deconcic 2018

 

O segmento de arquitetura e engenharia consultiva

Por: Fernando Mentone – Sinaenco

 

Perspectivas da indústria de materiais de construção

Por: Rodrigo Navarro – ABRAMAT

 

Perspectivas na ótica da indústria do cimento

Por: Paulo Camilo - SNIC

 

Tendências no mercado da construção

Mario Marques - Sobratema

 

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Grupo de Trabalho promove debate sobre Código de Mineração

O grupo de trabalho que estuda a elaboração de um novo Código de Mineração (Decreto-Lei 227/67) realiza audiência pública nesta quarta-feira (25) para discutir o assunto com especialistas.

O colegiado foi criado em junho com o objetivo de atualizar as normas que regulam o setor mineral no País e tem sete sub-relatorias para analisar temas que vão de barragens de rejeitos de mineração a leilões de áreas para exploração.

Na semana passada, representantes da Agência Nacional de Mineração e do Ministério de Minas e Energia ouvidos pelos deputados recomendaram cautela aos parlamentares em eventual revisão do código.

Foram convidados, entre outros:
- o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Águas Minerais, Carlos Alberto Lancia;
- o presidente-executivo da Associação Nacional das Entidades de Produtores de Agregados para Construção, Fernando Mendes Valverde;
- o presidente da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial, Igor Nogueira Calvet.

Confira a lista completa de convidados.

A audiência será realizada a partir das 15h30, no plenário 7.

Os dois debates dessa semana foram sugeridos pelos deputados Joaquim Passarinho (PSD-PA) e Greyce Elias (Avante-MG).

O colegiado é coordenado pelo deputado Roman (Patriota-PR). O plano de trabalho foi apresentado em julho pela relatora, Greyce Elias, e prevê a apresentação do relatório final em novembro.

Da Redação – ND

Fonte: Agência Câmara de Notícias

Confira a matéria na íntegra aqui.

Governo estuda criar linha de financiamento para o setor mineral

Em julho a Secretaria de Geologia, Mineração e Transformação Mineral (SGM) do Ministério de Minas e Energia (MME) várias reuniões com o intuito de aumentar a interação entre agentes financiadores, representantes empresariais e executores de políticas.
O objetivo dessas ações é criar uma rede de financiamento para aquecer o setor de pesquisas sobre mineração no Brasil e, com o apoio dos investidores, iniciar novos projetos de descobertas e cultura no setor mineral, além de estudos, seminários e reuniões técnicas. As estimativas de investimentos no setor mineral brasileiro para o período 2021-2025 são de US$ 38 bilhões.


Saiba mais aqui.

Investimentos em infraestrutura e obras industriais no Brasil devem totalizar cerca de US $ 14.000 milhões no período entre 2021 e 2026.

O crescimento do setor de infraestrutura e obras industriais deve atingir a marca dos 24,7% em comparação com o período 2020-2025.

O estudo “Infrastructure Market Perspectives 2021 - 2026” foi realizado pela Big Data Analytics e Artificial Intelligence Neoway e inclui, ainda, obras com conclusão até 2026. Dentre esses números, de 30 a 40% são representados pelos setores de vias urbanas, transportes e projetos de energia.

Apesar do momento adverso, economicamente e politicamente, por conta da pandemia, muitas obras de grande relevância não foram canceladas nem adiadas, o que favoreceu esse cenário.

Sobre os investimentos e orçamentos, o Ministério da Infraestrutura informa que nos últimos dois anos, os 58 ativos geraram em torno de US$ 50 bilhões em investimentos. Essas concessões beneficiam principalmente o setor de construção civil, pela compra de materiais e contratação de mão-de-obra especializada. O governo espera que até o fim do ano, os investimentos cheguem até 10 vezes o orçamento do Ministério em questão.

Sobre as questões ambientais, o Minfra está em busca do Selo Verde para diversos projetos, atraindo investimentos que prezam pela preservação da natureza.

Leia a matéria completa aqui.

Ministro da Infraestrutura afirma que a meta brasileira é ser líder em infraestrutura de transportes na América Latina

De acordo com a avaliação do Ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes, o crescimento da última rodada do ranking de competitividade e as reformas realizadas em 2019, o Brasil pode virar líder em infraestrutura de transportes na América Latina.

O objetivo da atual gestão é melhorar os serviços, reduzir burocracia e conceder ativos da União à iniciativa privada, fazendo com o que o país se torne mais competitivo, se destacando nos índices e nas pesquisas, sobre os indicadores rodovias, portos, aeroportos e ferrovias.

Clique aqui para ler a matéria completa.

Segundo o secretário do MME, o setor mineral poderá receber investimentos de US$ 40 bilhões até 2025

Alexandre Vidigal, secretário de Geologia, Mineração e Transformação Mineral do Ministério de Minas e Energia (MME), concedeu ao programa Brasil em Pauta uma entrevista onde afirmou que o setor de mineração tem previsão para receber investimentos de US$ 40 bilhões até o ano de 2025.

Representando 3% do PIB, o setor em questão encara um cenário promissor na economia brasileira devido ao investimento.

Vidigal falou também sobre a mineração em terras indígenas, o secretário conta que há regulamentação neste tipo de projeto e só é possível após a anuência e apoio das comunidades.

Outro assunto que obteve destaque na entrevista foram os desastres ambientais. Segundo Alexandre Vidigal, as novas tecnologias no setor de barragens minimizam os riscos de acidentes e afirmou que os critérios para as mineradoras estão mais rígidos.

Leia a matéria completa e acesse a entrevista aqui.

Segundo o secretário do MME, o setor mineral poderá receber investimentos de US$ 40 bilhões até 2025.

 

Alexandre Vidigal, secretário de Geologia, Mineração e Transformação Mineral do Ministério de Minas e Energia (MME), concedeu ao programa Brasil em Pauta uma entrevista onde afirmou que o setor de mineração tem previsão para receber investimentos de US$ 40 bilhões até o ano de 2025.

Representando 3% do PIB, o setor em questão encara um cenário promissor na economia brasileira devido ao investimento.

Vidigal falou também sobre a mineração em terras indígenas, o secretário conta que há regulamentação neste tipo de projeto e só é possível após a anuência e apoio das comunidades.

Outro assunto que obteve destaque na entrevista foram os desastres ambientais. Segundo Alexandre Vidigal, as novas tecnologias no setor de barragens minimizam os riscos de acidentes e afirmou que os critérios para as mineradoras estão mais rígidos.

Leia a matéria completa e acesse a entrevista aqui.

PAVING EXPO 2021

Paving Expo 2021 - Com convidados relevantes para o setor de infraestrutura, o evento proporciona extenso conteúdo sobre ferrovias, pavimentação, concessões, investimento, aeroportos e muito mais.

Fique atento! A próxima edição acontecerá nos dias 20, 21 e 22 de outubro.

Acesse o site para saber mais

A importância da mineração de agregados para a economia do Brasil

Os agregados respondem por mais de 2⁄3 do total da produção mineral mundial, ou seja, cerca de 50 bilhões de toneladas. No Brasil, como ocorre no mundo, os agregados são os bens minerais mais produzidos e consumidos.
 
São utilizados na mistura com o cimento para formar o concreto, artefatos de cimento e outros produtos indispensáveis a indústria da construção civil.
Os agregados estão ao nosso redor como componentes estratégicos para a construção de rodovias, escolas, habitações, pontes, viadutos, ferrovias e outros itens fundamentais para a melhoria da qualidade de vida da população.

Webinar - A importância da Mineração em tempos de crise e a Agência Nacional de Mineração (ANM)

No dia 31 de março, às 15h, o Sindibritas e a Agabritas realizarão o Webinar “A importância da Mineração em tempos de crise e a Agência Nacional de Mineração (ANM)”. O evento será transmitido ao vivo pelo Facebook e contará com a presença do Diretor-Geral da ANM, Victor Hugo Bicca, e do Gerente Regional da ANM, José Eduardo Duarte.
Para participar, acesse o Facebook do Sindibritas, no dia 31/03, às 15h.
A ANEPAC é apoiadora dessa iniciativa. Participe!

ANM publica Acordo de Cooperação Técnica com Estados, DF e Municípios

Hoje foi publicada no DOU a Resolução ANM nº 59/2021, que regulamenta a celebração de Acordos de Cooperação Técnica entre a Agência Nacional de Mineração - ANM e Estados, o Distrito Federal e Municípios para a cooperação mútua no desempenho de ações e atividades complementares e acessórias à fiscalização da atividade minerária, nos termos do artigo 2º, § 4º, da Lei nº 13.575/2017.

Esta resolução regulamenta os Acordos de Cooperação Técnica, entre a Agência Nacional de Mineração - ANM e Estados, o Distrito Federal e Municípios, que poderão prever a prática dos seguintes atos:
I - referentemente à pesquisa e aproveitamento mineral:
a) a verificação in loco do início da execução de trabalhos de pesquisa;
b) a verificação in loco da conclusão dos trabalhos de pesquisa; e
c) o registro fotográfico georreferenciado dos trabalhos físicos executados em campo.

II - referentemente à lavra mineral:
a) a verificação da ocorrência de lavra ilegal por meio de inspeção /registro fotográfico prévio do local, ou pela análise de imagens de satélite;
b) a verificação in loco do início da execução de trabalhos de lavra mineral amparada por Guia de Utilização;
c) a fiscalização da lavra mineral amparada por títulos de lavra, licenciamento, permissão de lavra garimpeira ou guia de utilização;
d) a verificação da realização, em obras, de movimentações de terra e desmonte de materiais in natura, realizados para os fins dispostos no § 1º do artigo 3º do Código de Mineração; e
e) a comunicação à ANM do início, paralisação ou modificação expressiva da lavra minerária ocorrida no âmbito do seu território.

III - referentemente ao recolhimento da CFEM:
a) o auxílio na fiscalização do recolhimento da CFEM em todas as atividades de lavra mineral desenvolvidas no ente federado, independentemente do regime de aproveitamento das substâncias minerais, observando-se as diretrizes apresentadas pela ANM.

Esta resolução entra em vigor hoje e revoga a Ordem de Serviço nº 1/2005, que previa o acordo de cooperação para fiscalização da CFEM.

 

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