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Ao longo dos seus 20 anos de existência, a ANEPAC vem trabalhando para o fortalecimento do segmento de agregados no Brasil, dentro do cenário econômico brasileiro, através de diversas ações junto aos setores público e privado. Muito tem sido feito neste período e os resultados são inegáveis.

Pensando em intensificar ainda mais este trabalho, a entidade está promovendo um redirecionamento de suas ações comerciais que têm como objetivo o estreitamento das relações com seus públicos, especialmente associados e parceiros comerciais.

Conheça a vitrine de produtos destinados aos parceiros da ANEPAC.

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Indústria brasileira volta a crescer

 

Desempenho foi influenciado pelos setores mineral (+0,7%), indústria de transformação, que se manteve estável, e eletricidade (+1,1%)

 

Depois de cinco trimestres em queda, a indústria começa a dar os primeiros sinais de recuperação. Entre o primeiro e o segundo trimestre, o setor colaborou positivamente para o Produto Interno Bruto (PIB) ao crescer 0,3%.

Os dados foram divulgados, nesta quarta-feira (31), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Esse desempenho foi influenciado por três setores: extrativo mineral (+0,7%), indústria de transformação (estabilidade) e eletricidade (+1,1%).

Os dados de produção industrial também refletem essa recuperação. Entre maio e junho houve avanço de 1,1% – a quarta alta consecutiva mensal no ano. A produção de bens de capital, que são usados para fabricar outros itens, registrou alta de 2,1% em junho, o sexto avanço em 2016.

Apesar da contribuição positiva da indústria no período, o resultado do setor não foi suficiente para deixar o Produto Interno Bruto (PIB) no azul – houve queda de 0,6% no segundo trimestre do ano.

Melhora do cenário

O resultado veio dentro das expectativas do mercado financeiro. Para reverter esse movimento de queda, o governo tem trabalhado para apresentar medidas de reorganização da economia e das contas públicas.

Entre elas está a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 241, que cria um limite para a expansão dos gastos públicos. Depois de aprovada, ela vai devolver a confiança à economia brasileira, o que vai tirar mais investimentos da gaveta e, partir daí, será possível gerar emprego e renda.

Produção industrial

Fonte: Portal Brasil

Governo anuncia investimento em infraestrutura

 

O governo federal anunciou hoje (7) 55 novos projetos de concessão de terminais portuários, linhas de transmissão, ferrovias e rodovias, com investimentos estimados em R$ 45 bilhões. Os projetos fazem parte das segunda carteira de projetos do Programa de Parcerias e Investimentos (PPI).

O governo vai iniciar no ano que vem os estudos para licitar novamente as rodovias Nova Dutra (BR-116/RJ/SP), BR-116/RJ, da CRT (Rio-Teresópolis) e Concer (BR-040/MG/RJ). Os trechos, que totalizam 725 quilômetros, estão atualmente concedidos, e os contratos terminam em março de 2021. A ideia é que as novas licitações tenham contratos modernos e com foco na prestação de serviços adequados aos usuários.

O ministro dos Transportes, Maurício Quintella, disse que os contratos vigentes das rodovias serão respeitados até o fim da concessão. “O contratos serão respeitados, não haverá passivo no período final das negociações. Serão licitações novas, para o período pós, até o final do período de concessão. O governo decidiu que não insistirá mais na ideia de prorrogação mediante novos investimentos no caso dessas três rodovias, que são as principais concessionárias do país.”

Também serão concedidos à iniciativa privada 211 quilômetros da BR-101, em Santa Catarina, com leilão previsto para o primeiro semestre do ano que vem.

Ferrovias

No setor ferroviário, o governo vai autorizar que cinco ferrovias já concedidas entrem no processo de renovação antecipada de contratos, em troca de investimentos. As ferrovias são a Estrada de Ferro Carajás (Pará e Maranhão), a Estrada de Ferro Vitória-Minas, a FCA (Centro-Oeste e Sudeste), a ALL – Malha Paulista e a malha da MRS, que passa por Minas Gerais, pelo Rio de Janeiro e por São Paulo.

Esses cinco trechos somam 12,6 mil quilômetros de extensão, movimentam cerca de 457 milhões de toneladas de cargas e representam mais de 90% do fluxo total de cargas por ferrovias no Brasil. Os investimentos previstos nos próximos cinco anos são de R$ 25 bilhões.

Transmissão

Na área de energia, serão licitados 35 lotes de linhas de transmissão e subestações de energia elétrica, em 17 estados. O leilão está ocorrer no primeiro semestre deste ano, e o investimento previsto é de R$ 12,8 bilhões. O objetivo é interligar as regiões que hoje não estão assistidas pela rede do Sistema Interligado Nacional.

Saneamento

Na área de saneamento, está prevista a desestatização dos sistemas de distribuição de água, coleta e tratamento de esgoto em 1.786 municípios em 14 estados: Acre, Amapá, Santa Catarina, Alagoas, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Sergipe, Bahia, Piauí, Tocantins e Amazonas.

A presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Maria Silvia Bastos, explicou que ainda não há valores de investimentos previstos para a área de saneamento, porque ainda estão sendo contratados estudos para definir qual modelo de concessão será adotado em cada estado.

Portos e aeroportos

Nessa segunda etapa do PPI, quatro terminais portuários serão concedidos, nos portos de de Santana (PA), Itaqui (MA) e Paranaguá (PR). Também haverá a renovação de contratos, nos portos de Santos (SP), Vila do Conde (PA) e Niterói (RJ).

Não há previsão de concessão de novos aeroportos à iniciativa privada nessa segunda etapa do PPI. Quintella lembrou que o governo já concedeu seis aeroportos, e haverá o leilão de mais quatro no dia 16 de março (Porto Alegre, Salvador, Florianópolis e Fortaleza). “Os estudos mostraram que seria mais prudente por parte do governo parar neste momento e estudar a sustentabilidade do sistema. É fundamental que a Infraero [Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária] se recupere, seja sustentável”, disse o ministro.

Primeira leva

Em setembro do ano passado, foi apresentada a primeira leva de concessões do PPI, com 35 projetos nos setores de aeroportos, portos, rodovias, ferrovias, petróleo e gás, mineração, energia e saneamento. Desde então, foram assinados três contratos e lançados sete editais de concessão e arrendamento. Até o fim deste ano, estão previstos mais de 20 leilões no âmbito do PPI.

 

Fonte: EBC - Agência Brasil

Missão Empresarial à Europa

 

 

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Brasileiro desenvolve software para modelagem geológica e geoestatística.

 

O professor Dr. Jorge Kazuo Yamamoto, referência no ensino e aplicação de Geoestatística, professor titular aposentado da USP, desenvolveu o Geokrige, um sistema integrado para modelagem geológica e geoestatística de recursos minerais. Segundo o professor, o sistema permite obter resultados de forma simples e rápida.

O Geokirke tem um visualizador  de objetos 3Dcom renderização instantânea de modelos tridimensionais com milhões de blocos e diversas outras opções para a verdadeira análise tridimensional da mineralização. Através de um fluxo de trabalho dinâmico e interface favorável, o sistema tem como objetivo facilitar a vida de usuários ao garantir eficiência e produtividade por um preço acessível, além de ser considerado mais competitivo que os produtos concorrentes. O Geokrige une inúmeras funcionalidades em uma única plataforma que hoje demandam a contratação de mais de um software.

Os interessados podem adquirir a licença do software online, no site www.geokrigagem.com.br ou entrar em contato com a empresa e agendar uma apresentação presencial na sede da empresa, localizada em São Paulo. 

 

Fonte: Site Brasil Mineral

Vem aí a EXPOSIBRAM 2017.

 

Com mais de 50 mil visitantes e 500 expositores, a Exposição Internacional de Mineração (EXPOSIBRAM) e o Congresso Brasileiro de Mineração reúnem, a cada dois anos, centenas de empresários, representantes de organizações governamentais e privadas em um só lugar. Em 2017, os eventos entrarão em sua 17ª edição, que será realizada de 18 a 21 de setembro, em Belo Horizonte (MG), pelo Instituto Brasileiro de Mineração - IBRAM

Considerada uma das maiores exposições de mineração da América Latina, a EXPOSIBRAM conta com 13 mil m² de estandes, nos quais estão representadas as principais mineradoras com atuação global e grandes fornecedores de produtos e serviços. No espaço, serão apresentadas as principais novidades em tecnologia, equipamentos, softwares e outros produtos ligados à Indústria Mineral, além de dados sobre investimentos e gestão.

Realizado em paralelo à Exposição, o Congresso Brasileiro de Mineração atrai mais de mil participantes entre especialistas, pesquisadores, estudantes e representantes de empresas. Na programação estão palestras e debates sobre o contexto político e socioeconômico global, bem como as perspectivas dos negócios para as próximas décadas anunciadas pelas mineradoras.

Mais informações; www.ibram.org.br

CONEXPO-CON/AGG 2017.

A CONEXPO-CON/AGG, um dos maiores eventos da Indústria da Construção no mundo, abrirá novamente suas portas no Las Vegas Convention Center de 7 a 11 de março de 2017.

A CONEXPO-CON/AGG 2017 conta com a presença de 2.500 expositores de todos os setores da indústria daconstrução, incluindo asfalto, agregados, concreto, terraplenagem, elevação, mineração e muito mais. Com mais de 130.000 membros, representantes e tomadores de decisão da indústria da construção, nenhuma outra feira reúne mais setores da indústria do que a CONEXPO-CON/AGG.

Visitantes de todo o mundo encontram na CONEXPO-CON/AGG novas soluções e produtos para melhorar a eficiência e a rentabilidade de seus projetos de construção.

Para mais informações: http://www.conexpoconagg.com

 

 

EXPOSIBRAM 2017.

Com mais de 50 mil visitantes e 500 expositores, a Exposição Internacional de Mineração (EXPOSIBRAM) e o Congresso Brasileiro de Mineração reúnem, a cada dois anos, centenas de empresários, representantes de organizações governamentais e privadas em um só lugar. Em 2017, os eventos entrarão em sua 17ª edição, que será realizada de 18 a 21 de setembro, em Belo Horizonte (MG), pelo Instituto Brasileiro de Mineração - IBRAM

Considerada uma das maiores exposições de mineração da América Latina, a EXPOSIBRAM conta com 13 mil m² de estandes, nos quais estão representadas as principais mineradoras com atuação global e grandes fornecedores de produtos e serviços. No espaço, serão apresentadas as principais novidades em tecnologia, equipamentos, softwares e outros produtos ligados à Indústria Mineral, além de dados sobre investimentos e gestão.

Realizado em paralelo à Exposição, o Congresso Brasileiro de Mineração atrai mais de mil participantes entre especialistas, pesquisadores, estudantes e representantes de empresas. Na programação estão palestras e debates sobre o contexto político e socioeconômico global, bem como as perspectivas dos negócios para as próximas décadas anunciadas pelas mineradoras.

Mais informações; www.ibram.org.br

CONEXPO-CON/AGG 2017

 

A CONEXPO-CON/AGG, um dos maiores eventos da Indústria da Construção no mundo, abrirá novamente suas portas no Las Vegas Convention Center de 7 a 11 de março de 2017.

A CONEXPO-CON/AGG 2017 conta com a presença de 2.500 expositores de todos os setores da indústria daconstrução, incluindo asfalto, agregados, concreto, terraplenagem, elevação, mineração e muito mais. Com mais de 130.000 membros, representantes e tomadores de decisão da indústria da construção, nenhuma outra feira reúne mais setores da indústria do que a CONEXPO-CON/AGG.

Visitantes de todo o mundo encontram na CONEXPO-CON/AGG novas soluções e produtos para melhorar a eficiência e a rentabilidade de seus projetos de construção.

Para mais informações visite o website: http://www.conexpoconagg.com

 

Ficaremos honrados em recebê-lo(a) na CONEXPO-CON/AGG 2017 e estamos certos que será um evento internacional promissor para seus empreendimentos.

FIESP recebe gestores da mineração

 

Vicente Lôbo, da SGTM e Eduardo Ledsham, diretor-presidente do CPRM, apresentaram planos e políticas para o setor em reunião do Comin

O Comitê da Cadeia Produtiva da Mineração da Fiesp (Comin) realizou sua 6º reunião plenária no dia 29 de setembro. Diante da nova estruturação no Ministério de Minas e Energia (MME), foram convidados para falar dos planos do MME para a mineração brasileira Vicente Lôbo, titular da Secretaria de Geologia, Mineração e Transformação Mineral (SGTM) e Eduardo Ledsham, diretor-presidente da CPRM – Serviço Geológico Nacional.

“Para vencer o desafio no curto prazo, é obrigatório que estejamos juntos”, afirmou Lôbo durante a sua explanação. Com longa trajetória profissional no setor privado, o secretário propôs, assim que assumiu a pasta, que fosse articulada uma gestão conjunta envolvendo a CPRM – Serviço Geológico Nacional e o DNPM – Departamento Nacional de Produção Mineral, autarquia e empresa pública vinculados ao MME, ambos com missões distintas, mas de importância fundamental para o desenvolvimento da mineração brasileira.  Para viabilizar essa iniciativa, Lôbo informou que foi elaborado um documento jurídico para o desenvolvimento de projetos diversos de colaboração, instrumento que deve ser assinado pelo ministro Fernando Coelho Filho nos próximos dias.

Segundo Lôbo, o setor passa por um ciclo de completa paralisação em função da indefinição da tramitação do marco regulatório. Em decorrência desse fato, o Brasil teve sua vocação histórica voltada para a mineração comprometida e gerou incertezas para o investidor externo. “Não se pode dizer que um código mineral que tem 50 anos e foi revisitado em 1996 está velho. Nunca nenhum grupo de investidor no exterior deixou de investir no país porque considerou o código vigente insustentável”. Por esse motivo, o governo deve, na sua opinião, apoiar o “fatiamento” do código, separando-se as questões de revisão do Código de Mineração, criação da agência em substituição ao DNPM e discussões sobre a CFEM – Contribuição sobre a Exploração de Recursos Minerais.

O secretário afirmou que o setor mineral precisa ser repensado, com a busca de regras simples para sua gestão, e que é necessário dialogar com a sociedade sobre a importância dessa atividade. “Esta cultura que nós criamos de falar para nós mesmos, tem que ser apartada. Temos que ajudar a construir o novo. Temos que dar a cara para bater”, ressaltou.

Ele também se mostrou preocupado em relação ao DNPM e afirmou que pretende melhorar a sua gestão, aprimorar o recebimento de informações geotécnicas por parte das empresas, criando um sistema de inspeção de barragens, dentre outras ações que entende ser relevantes. Considerou ainda que diante das dificuldades financeiras do governo, vai solicitar apoio de todas as regionais do DNPM, dos mineradores e entidades do setor mineral. Acrescentou que um de seus objetivos é eliminar os 90 mil processos paralisados e as 30 mil áreas em disponibilidade, bem como entende ser imprescindível contar com propostas dos empresários e entidades de mineração, presentes na reunião, para a consolidação dessas e outras iniciativas. Por esse motivo, convidou os representantes das entidades para um encontro em Brasília.

Eduardo Rodrigues Machado Luz, coordenador do Comin-Fiesp, ressaltou que para os “empresários e profissionais do setor mineral paulista, é uma oportunidade ímpar conhecer os planos e as políticas para balizar nossos projetos. Vamos colocar a força da indústria para trabalhar em prol da apresentação de propostas às principais necessidades do setor”.

Na avaliação de Carlos Eduardo Pedrosa Auricchio, diretor titular do Departamento da Indústria da Construção (Deconcic), essa mudança de tom da gestão pública é muito positiva. “Que bom ouvir os planos da secretaria. Estamos alinhados com essa visão e acredito que vamos conseguir avançar”, disse.

Diante da expectativa de Lôbo em estabelecer políticas para reduzir a informalidade, Auricchio reforçou que existe uma preocupação dentro do Deconcic com relação ao tema e que está à disposição da SGTM, pois a informalidade promove um ambiente de concorrência desleal e queda na arrecadação, entre outros problemas.

Atuação CPRM
Eduardo Ledsham, atual diretor-presidente da CPRM – Serviço Geológico Nacional, informou que a gestão territorial e dos recursos hídricos superficiais e de água subterrânea são frentes de trabalho que serão priorizadas pela empresa. Também citou as quatro áreas que estão sendo colocadas em licitação no Projeto Crescer, que integra o Programa de Parceria de Investimentos (PPI) – em Miriri (PB/PE), Palmeirópolis (TO), Candiota (RS) e Bom Jardim (GO).

Atualmente o CPRM tem uma equipe de 1.800 pessoas, e um investimento de R$ 500 milhões por ano, incluindo custeio de pessoal, de acordo com Ledsham.

Ele também ressaltou a necessidade de trabalhar em novas fronteiras. “Existe uma outra frente, que são as atividades nas áreas de reconhecido interesse mineral, como por exemplo Quadrilátero Ferrífero e Carajás. Achamos que é necessário investir em tecnologia para buscar alternativas de projetos para desenvolvimento de lavra em maior profundida porque as minas a céu aberto já estão se esgotando.”

O terceiro ponto de atuação serão os minerais industriais: os agregados, os refratários, rochas ornamentais etc. “A inteligência da casa neste assunto é muito pouco explorada. Precisamos escutar qual é a demanda para nos orientarmos e incluir no plano estratégico. Podemos contribuir muito mais. Quando digo que a palavra chave é gestão, precisamos ganhar agilidade, mesmo sabendo das nossas limitações”, contou.

Também participaram da reunião do Comin José Jaime Sznelwar, titular da Subsecretaria de Mineração, vinculada à Secretaria de Energia e Mineração de São Paulo; o engenheiro Ricardo de O. Moraes, superintendente do DNPM-SP; Fernando Valverde, presidente executivo da Associação Nacional das Entidades de Produtores de Agregados para a Construção (Anepac); Marcelo Ribeiro Tunes, diretor do Ibram, além de representantes dos diversos segmentos do setor mineral paulista.

Fonte: Agência Indusnet Fiesp

Instituto Geológico comemora 41 anos de criação

 

Há 41 anos por meio do Decreto Estadual n.º 6.822 de 26 de setembro de 1975 determinou que o Instituto Geográfico e Geológico (IGG) passa-se a denominar-se Instituto Geológico (IG). Há 29 anos por meio do Decreto Estadual n.º 26.942 de 01 de abril de 1987 determinou a transferência do IG da Secretaria de Agricultura e Abastecimento para a recém criada Secretaria do Meio Ambiente.

Originário da antiga “Comissão Geográfica e Geológica da Província de São Paulo – CGG”, que foi criada em 1886 com o objetivo de planejar e executar estudos e pesquisas para subsidiar a ocupação do território paulista, o IG representa o esforço mais antigo da pesquisa científica no Estado de São Paulo.

Atualmente o Instituto caracteriza-se como um centro de referência em Geociências na resposta aos desafios da sociedade e tem como missão institucional contemplar a geração de conhecimento sobre o meio físico, por meio do desenvolvimento de estudos e pesquisas, disseminação e aplicação dos resultados, e prestação de serviços à comunidade, para dar suporte à gestão ambiental, ao desenvolvimento sustentável, à implementação de políticas públicas e à definição de políticas de Ciência e Tecnologia e de Inovação Tecnológica. O IG é uma das instituições do país que possui espectro mais abrangente de atuação em Geociências, com aplicação ampla e diversificada para diferentes finalidades.

O IG realiza estudos e pesquisas em geociências para fornecer subsídios técnicos e científicos ao poder público e à sociedade, visando: ao uso racional, à conservação e à proteção dos recursos naturais, inclusive os não renováveis; ao ordenamento territorial e à mitigação de problemas ambientais; à formulação e à implementação de políticas públicas voltadas ao meio ambiente e ao desenvolvimento sustentável.

As pesquisas científicas desenvolvidas visam contribuir para o desenvolvimento da ciência e tecnologia na área de geociências; o aperfeiçoamento da legislação ambiental; a definição das políticas de ciência e tecnologia em geociências, no âmbito estadual e federal. São, portanto, desenvolvidas considerando sua aplicabilidade para o desenvolvimento sócio-econômico e ambiental do Estado de São Paulo e em prol da sociedade. As áreas de Atuação do Instituto Geológico são: geologia geral, geotecnia, geologia ambiental, hidrogeologia, recursos minerais, paleontologia, geomorfologia, climatologia, dinâmica de uso e ocupação do solo, geoinformação, Museu Geológico, monumentos geológicos e acervo histórico.

 

Fonte: Site IG

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