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Ao longo dos seus 20 anos de existência, a ANEPAC vem trabalhando para o fortalecimento do segmento de agregados no Brasil, dentro do cenário econômico brasileiro, através de diversas ações junto aos setores público e privado. Muito tem sido feito neste período e os resultados são inegáveis.

Pensando em intensificar ainda mais este trabalho, a entidade está promovendo um redirecionamento de suas ações comerciais que têm como objetivo o estreitamento das relações com seus públicos, especialmente associados e parceiros comerciais.

Conheça a vitrine de produtos destinados aos parceiros da ANEPAC.

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Palestras (0)

A Indústria em números - Dezembro 2018

Por: CNI

 

Resíduos da mineração: Desafios para o futuro

Por: Fernando Mendes Valverde - ANEPAC

 

Construção civil – Balanços e perspectivas

Por: Jose Romeu - Sinduscon-SP

 

Desafios do setor de agregados

Por: Fernando Valverde-ANEPAC / Abimex 2018

 

Mercado de agregados – SP

Por: Fernando Valverde – ANEPAC / Deconcic 2018

 

O segmento de arquitetura e engenharia consultiva

Por: Fernando Mentone – Sinaenco

 

Perspectivas da indústria de materiais de construção

Por: Rodrigo Navarro – ABRAMAT

 

Perspectivas na ótica da indústria do cimento

Por: Paulo Camilo - SNIC

 

Tendências no mercado da construção

Mario Marques - Sobratema

 

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Associadas da ANEPAC recebem premiação

As empresas AB Areias, de São Paulo, e Martins Lanna, de Minas Gerais, ambas associadas da ANEPAC, receberam ontem, em cerimônia realizada no Centro Brasileiro Britânico, em São Paulo o prêmio Empresa do Ano do Setor Mineral na categoria Agregados, concedido pela revista Brasil Mineral.

A tradicional premiação existe desde 1984 e, de acordo com a revista, é um reconhecimento às empresas que se destacam em itens como política de crescimento, inovação e política ambiental. As indicações das empresas são feitas pelo conselho consultivo da revista, para quatro categorias, Metais Ferrosos, Metais Não-ferrosos, Metais preciosos, Minerais Industriais/Fertilizantes e Agregados, e a votação é realizada entre os leitores da publicação.

Também foram premiadas nesta edição as empresas Buritirama Mineração e CBMM (Minerais Ferrosos), CBA e Nexa (Minerais Não Ferrosos), AngloGold Ashanti e Yamana Gold (Metais Preciosos) e AMG Mosaic (Minerais Industriais/Fertilizantes).

O presidente executivo da ANEPAC, Fernando Valverde, participou da cerimônia onde estavam presentes, também, representantes de entidades setoriais, empresários e profissionais do setor mineral.

 

Palco

Troféus

Crédito fotos: Brasil Mineral

Publicado em: 19/06/2019

Encontro com produtores de areia e brita da região do Vale do Aço em Minas Gerais

O presidente do Conselho da ANEPAC, Gustavo Lanna, participa hoje de encontro com produtores de areia e brita da região do Vale do Aço em Minas Gerais.

No encontro serão abordados temas como a venda por toneladas, determinada pela Portaria ANM 261/2018 e o Movimento Responsabilidade de Peso, lançado pelo Sindipedras SP e adotado pela ANEPAC para mobilização em todo Brasil.

O evento acontecerá na sede do Sesi/Senai de Ipatinga às 13h30.

 

Publicado em: 06/06/2019

Tabela de frete é fracasso, afirma agronegócio

Tabela de frete é fracasso, afirma agronegócio

Já para entidades da indústria, dispositivo prejudica não só os produtores como também os próprios caminhoneiros

Matéria do Jornal Folha de São Paulo apresenta visão de setores do mercado sobre a tabela de fretes de cargas.

 

Confira a matéria na íntegra.

www1.folha.uol.com.br/mercado/2019/05/tabela-do-frete-e-fracasso-afirma-agronegocio.shtml

91º ENIC

A ANEPAC esteve presente, na pessoa de seu Presidente do Conselho, Gustavo Lanna,  na 91ª edição do Encontro Nacional da Construção. O evento foi realizado entre os dias 15 e 17 de maio no Rio de Janeiro.

No evento foram discutidos temas de grande importância para o setor mineral, com projeções de mercado para os próximos meses. Além da participação de renomados profissionais do setor, o ENIC recebeu ministros de estado e líderes de entidades representativas do setor da construção para palestras e debates.

Para Gustavo Lanna, o conteúdo das palestras e debates foi muito interessante, com posições realistas e otimistas sobre a realidade do setor.

Promovido pela CBIC, o evento foi realizado em parceria com o Sindicato da Indústria da Construção no Estado do Rio de Janeiro (Sinduscon-Rio), a Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro (Ademi-Rio) e o Serviço Social da Indústria da Construção do Rio de Janeiro (Seconci-Rio).

ONU alerta que entre 40 e 50 bilhões de toneladas de areia são extraídas por ano

 

Relatório do Pnuma mostra riscos da exploração excessiva deste recurso natural; documento pretende início de um debate global sobre extração; relatório identifica melhores práticas existentes.

O Programa da ONU para o Meio Ambiente, Pnuma, alerta que é necessária uma melhor gestão na extração e utilização de areia.

Segundo um relatório publicado esta terça-feira, a procura deste recurso natural tem vindo a crescer e já se situa entre os 40 e os 50 bilhões de toneladas por ano.

LEIA A MATÉRIA NA ÍNTEGRA. CLIQUE AQUI!

ANEPAC realiza Assembleia em Curitiba

A mais recente Assembleia Geral da ANEPAC foi realizada no dia 24 de abril em Curitiba. Na pauta estava a discussão sobre projetos de lei, ações governamentais e atividades no setor de agregados.

A defesa por práticas éticas e desenvolvimento das empresas mineradoras é o principal motivador do trabalho da ANEPAC e ações neste sentido foram discutidas entre os membros do conselho da entidade. Dentre estas ações está o Movimento Responsabilidade de Peso, liderado pelo Sindipedras/SP e que está sendo apoiado pela ANEPAC. O Movimento foi criado para sensibilizar a cadeia produtiva de agregados para o respeito à regulamentação da venda a peso em todo o país.

A intenção da ANEPAC é difundir as premissas do Movimento para as empresas mineradoras de agregados em todo o território nacional e ampliar a discussão sobre a importância da venda por tonelada, de acordo com a portaria publicada pelo DNPM, em vigor desde 2 de abril deste ano.

Nas próximas semanas, membros da diretoria da ANEPAC estarão se reunindo para discutir as estratégias de divulgação e engajamento dos mineradores de agregados ao Movimento.

Assembleia ANEPAC

 

A ANEPAC reúne hoje, em Curitiba, presidentes de sindicatos e associações filiadas, membros do conselho e da diretoria, empresas associadas e produtores para dois importantes encontros, a Assembleia Geral e uma reunião sobre o Plano Nacional de Responsabilidade de Peso.

A Assembleia Geral é realizada periodicamente para discutir ações inerentes ao desenvolvimento do setor como política, legislação e eventos setoriais.

Movimento Responsabilidade de Peso – A reunião discutirá a adesão da ANEPAC ao movimento e a discussão sobre o Plano Nacional de Responsabilidade de Peso, já iniciada em março, em São Paulo. A ideia é sensibilizar os produtores de todos o país quanto à importância do movimento e buscar a adesão em todo o território nacional.

Venda só por tonelada a partir de hoje

 

A partir de hoje, 2 de abril,é a data limite para que as empresas produtoras de substâncias minerais passem a vender exclusivamente por tonelada.

A Portaria publicada pelo então DNPM em 29 de março de 2018, indica a data como final para que as empresas se ajustem à nova medida.

É importante lembrar que, de acordo com a portaria nos empreendimentos produtores de agregados para construção, o peso deverá ser aferido com a utilização de balanças rodoviárias de pesagem, sob pena de multa.

Estão dispensadas da utilização de balanças as empresas que produzem menos de 7.500 toneladas/mês de areia e 12.500 toneladas/mês de brita, bem como os empreendimentos que fazem extração de areia ou cascalho em leito de rio com uso de dragas e que utilizem transporte hidroviário.

Movimento Responsabilidade de Peso

 

Entidades do setor de agregados lançam movimento em prol do transporte responsável de produtos.

O SINDIPEDRAS - Sindicato da Indústria de Mineração de Pedra Britada do Estado de São Paulo, o SINDAREIA - Sindicato das Indústrias de Mineração de Areia do Estado de São Paulo e a APEPAC - A Associação Paulista das Empresas Produtoras de Agregados para Construção, lançaram o Movimento Responsabilidade de Peso que visa sensibilizar e mobilizar os produtores, transportadores e consumidores para o controle de peso dos materiais transportados nas rodovias.

O Movimento alerta para a necessidade do transporte responsável dos produtos, com respeito aos limites de peso dos caminhões. A proposta é que tanto os produtores e transportadores estejam atentos aos processos de expedição e logística, assim como os consumidores observem as formas de contratação de fretes e não aceitem o transporte além dos limites permitidos por lei.

Para auxiliar na adesão e controle das propostas, o Movimento disponibiliza uma série de materiais de suporte como selo para nota fiscal, adesivos, placas e tabelas que podem ser utilizados pelos interessados e baixados no site do SINDIPEDRAS.

Para acessar os materiais e mais informações visite o site: sindipedras.apepac.org.br

A ANEPAC apoia este movimento!

Governo determina medidas de precaução para barragens em todo o país

 

Resolução prevê fim do modelo “a montante” até 2021

Por recomendação da Agência Nacional de Mineração (ANM), o Ministério de Minas e Energia (MME) definiu uma série de medidas de precaução de acidentes nas cerca de mil barragens existentes no país, começando neste ano e prosseguindo até 2021. A medida inclui a extinção ou descaracterização das barragens chamadas "a montante" até 15 de agosto de 2021. A resolução está publicada, na seção 1, página 58, no Diário Oficial da União.“Essa resolução estabelece medidas regulatórias cautelares, objetivando assegurar a estabilidade de barragens de mineração, notadamente aquelas construídas ou alteadas pelo método denominado "a montante" ou por método declarado como desconhecido”, diz o texto.

Em três meses, a diretoria colegiada da agência vai avaliar a execução das medidas.“A Diretoria Colegiada da ANM, até 1º de maio de 2019, reavaliará as medidas regulatórias cautelares objeto desta resolução e, se for o caso, fará as adequações cabíveis considerando, dentre outras informações e dados, as contribuições e sugestões apresentadas na consulta pública.”

Riscos - Há 84 barragens no modelo denominado a montante em funcionamento no país, das quais 43 são classificadas de "alto dano potencial": quando há risco de rompimento com ameaça a vidas e prejuízos econômicos e ambientais. Porém, no total são 218 barragens classificadas como de “alto dano potencial associado”.

Pela resolução, as empresas responsáveis por barragens de mineração estão proibidas de construir ou manter obras nas chamadas Zonas de Autossalvamento (ZAS).

A resolução é publicada menos de um mês depois da tragédia de Brumadinho, nos arredores de Belo Horizonte (MG), na qual 169 pessoas morreram e ainda há 141 desaparecidos com o rompimento da barragem da Mina Córrego do Feijão.  

Datas - Pela resolução, as responsáveis pelas barragens têm até 15 de agosto de 2019 para concluir a elaboração de projeto técnico de descomissionamento ou descaracterização da estrutura.

Nesse período, as empresas também serão obrigadas a reforçar a barragem a jusante ou a construção de nova estrutura de contenção para reduzir ou eliminar o risco de liquefação e o dano potencial associado, obedecendo a todos os critérios de segurança.

Outro prazo fixado é até 15 de fevereiro de 2020 para concluir as obras de reforço da barragem a jusante ou a construção de nova estrutura de contenção a jusante, conforme estiver previsto no projeto técnico.

Por determinação do governo, todas as barragens a montante, como a da Mina Córrego de Feijão, em Brumadinho (MG), que sofreu o rompimento no último dia 25, serão submetidas adescomissionamento ou a descaracterização até 15 de agosto de 2021.

Diferenças - A resolução detalha as diferenças entre as barragens “a montante” e “a jusante”. As denominadas "a montante” consistem na existência de diques de contenção que se apoiam sobre o próprio rejeito ou sedimento previamente lançado e depositado.

O modelo "a jusante" consiste no alteamento para jusante a partir do dique inicial, onde os diques são construídos com material de empréstimo ou com o próprio rejeito.

Há ainda o método "linha de centro", variante do método a jusante, em que os alteamentos sucessivos se dão de tal forma que o eixo da barragem se mantém na posição inicial, ou seja, coincidente com o eixo do dique de partida.

Tragédias - Na resolução, o MME e a ANM citam um histórico de recentes rompimentos de barragens de mineração, como a barragem B1 da Mina Retiro do Sapecado, em 10 de setembro de 2014, em Itabirito (MG).

Também mencionam a barragem de Fundão da Mina Germano, em 5 de novembrode 2015, localizada em Mariana (MG), e a última da barragem B1, da mina Córrego do Feijão, em 25 de janeiro, em Brumadinho (MG).“Considerando que todos os episódios recentes de rompimento envolveram barragens de rejeitos construídas e alteadas pelo método construtivo "a montante" cuja eficiência e segurança são controversas”, diz o texto da resolução.

Fonte: Agência Brasil - EBC

Leia resolução na íntegra. Clique aqui

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