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	<title>ANEPAC - Associação Nacional das Entidades de Produtores de Agregados para Construção Civil</title>
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		<title>Workshop sobre Mineração e Meio Ambiente</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Apr 2012 12:53:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícia]]></category>

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		<description><![CDATA[A Prefeitura de Tatuí, o DNPM, a CETESB e o DAEE – com apoio do Sindipedras, do Sindareia, do Comitê da Bacia Hidrográfica Sorocaba – Médio Tietê, e da Associação de Recurso Hídrico da Bacia do Rio Tatuí – convidam &#8230; <a href="http://anepac.org.br/wp/noticia/workshop-sobre-mineracao-e-meio-ambiente/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Prefeitura de Tatuí, o DNPM, a CETESB e o DAEE – com apoio do Sindipedras, do Sindareia, do Comitê da Bacia Hidrográfica Sorocaba – Médio Tietê, e da Associação de Recurso Hídrico da Bacia do Rio Tatuí – convidam para participar do <strong>“Workshop sobre Mineração e Meio Ambiente”</strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;"> </span></strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;"> </span></strong></p>
<p><strong>Quarta – feira, 25 de abril de 2012, das 9:00h às 14h. </strong></p>
<p><strong>Local: Auditório Jornalista Maurício Loureiro Gama (NEBAM)</strong></p>
<p><strong>Rua prof.° Oracy Gomes, 551</strong></p>
<p><strong>Centro &#8211; Tatuí/SP</strong>.</p>
<p>As inscrições poderão ser efetuadas até o dia 21/04, com Elisabete Araújo</p>
<p>E-mail: <a href="mailto:sindipedras@sindipedras.org.br">sindipedras@sindipedras.org.br</a> no tel.: (11) 3104 &#8211; 9169</p>
<p><strong>PROGRAMAÇÃO</strong></p>
<p><strong>9h00 – Credencimento.</strong></p>
<p><strong>9h30 – Abertura:</strong></p>
<p>Dr. Luiz Gonzaga Vieira de Camargo, Prefeito de Tatuí; Adm. José Fernando Bruno, Subsecretário de  Mineração do Estado de São Paulo; Eng. Ricardo de Oliveira Moraes, Superintendente do DNPM/SP; Sr. Geraldo do Amaral Filho, Diretor da CETESB; e Eng. Renato Alves da Silva, Diretor do DAEE/ Sorocaba.</p>
<p><strong>10h00 –</strong> <strong>Licenciamento ambiental da mineração.</strong></p>
<p>Sr. Geraldo do Amaral Filho, Diretoria de Controle e Licenciamento Ambiental – CETESB.</p>
<p><strong>10h20 –</strong> <strong>A importância da pesquisa mineral para a futura atividade de lavra.</strong></p>
<p>Dra. Ana Lúcia Gesicki, Divisão de Fiscalização – DFISC/DNPM – SP.</p>
<p><strong>10h40 –</strong> <strong>Visão geral das principais receitas do DNPM.</strong></p>
<p>Auditor Pedro Henrique Duran, Divisão de Procedimentos Arrecadatórios – DPA/DNPM &#8211; SP.</p>
<p><strong>11h00 –</strong> <strong>Importância do acompanhamento dos processos minerários.</strong></p>
<p>Geólogo Marcelo Barone, Divisão de Gestão de Títulos Minerário – DTM/DNPM-SP.</p>
<p><strong>11h20 –</strong> <strong>Coffee Break.</strong></p>
<p><strong>11h30 –</strong> <strong>Relatório Anual de lavra (RAL): ferramenta de gestão do Setor Mineral.</strong></p>
<p>Dra. Yara Kulaif, Divisão de Desenvolvimento da Mineração – DDM/DNPM-SP.</p>
<p><strong>12h00 – Procedimentos de outorga de recursos hídricos para mineração.</strong></p>
<p>Engenheiro Renato Alves da Silva, Diretor do DAEE/Sorocaba.</p>
<p><strong>12h30 –</strong> <strong>Ações do Sindareia em prol das minerações de areia no Estado de São Paulo.</strong></p>
<p>Sr. Carlos Eduardo Pedrosa Auricchio, Presidente do Sindareia.</p>
<p><strong>12h50 –</strong> <strong>Mercado Produtor de Pedra Britada no Estado de SP: Evolução, Perspectivas e Medidas Estruturais.</strong></p>
<p>Engenheiro Tasso de Toledo de Pinheiro, Presidente do Sindipedras.</p>
<p><strong>13h10 – Perguntas.</strong></p>
<p><strong>14h00 – Encerramento</strong><strong>.</strong></p>
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		<title>Grandes construtoras renovam a frota de caminhões e máquinas pesadas</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Apr 2012 11:16:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícia]]></category>

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		<description><![CDATA[Grandes construtoras tal como a Fidens e a SPA Engenharia, estão realizando renovação de frota de caminhões e máquinas pesadas. A opção escolhida por ambas para vender o parque de usados foi o leilão online. Ao todo, estão sendo ofertados &#8230; <a href="http://anepac.org.br/wp/noticia/grandes-construtoras-renovam-a-frota-de-caminhoes-e-maquinas-pesadas/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Grandes construtoras tal como a Fidens e a SPA Engenharia, estão realizando renovação de frota de caminhões e máquinas pesadas. A opção escolhida por ambas para vender o parque de usados foi o leilão online. Ao todo, estão sendo ofertados 53 caminhões e 87 máquinas pesadas, dentre outros ativos das 2 empresas.</p>
<p>A SPA Engenharia, que atuas nas áreas de infraestrutura, mecânica e logística, irá leiloar 77 lotes localizados nas seguintes cidades: Belo Horizonte (MG), Barra do Rocha (BA), Uruaçu (GO), Pugmil e Araguaína (TO). Destaque para: 7 semi reboques 3 eixos Randon e Recrusul Frigorífico, 2 ônibus urbanos VW, básculas convencionais Rossetti, 11 caminhões fora de estrada Randon, 8 tratores de esteiras CAT,  rolos compactadores e vibratórios, retro e escavadeiras, motoscrapers, carregadeiras de pneus, vibro acabadoras e usinas de solo. O encerramento do leilão acontecerá no dia 19 de abril a partir das 11hs.</p>
<p>Já a Fidens, que atua nos mercados de construção pesada, óleo e gás, mineração, energia e concessões, irá leiloar 97 lotes localizados nas seguintes Cidades: Ouro Branco, Três Marias e  Belo Horizonte (MG) e Alvorada do Oeste (RO).  Entre eles podemos destacar: 8 caminhões Mercedez Bens, 13 caminhões basculantes Scania, cavalo mecânico Volvo, 5 tratores de pneus, 7 escavadeiras hidráulicas CAT, carregadeiras de rodas, motoniveladoras CAT e New Holland e perfuratrizes pneumáticas. O encerramento acontecerá no dia 24 de abril a partir das 11hs.</p>
<p>A venda dos usados será realizada pela Superbid (www.superbid.net), empresa especializada em avaliação e venda de ativos físicos por meio de leilões oficiais online e presenciais simultaneamente.</p>
<p><strong>Como Participar</strong></p>
<p>As fotos e descrições completas dos ativos estão disponíveis no site <a href="www.superbid.net ">www.superbid.net </a>Para ofertar lances, é necessário se cadastrar e solicitar habilitação – todo o processo pode ser online. Quem quiser ir ao pregão presencial, deverá se dirigir na data e hora do encerramento à Al. Lorena, 800 – São Paulo/SP. Os interessados em visitar os ativos antes do leilão devem entrar em contato com a Central de Atendimento da Superbid, através do Telefone: (11) 2163-7800 ou via e-mail: <a href="http://mail.superbid.net:2095/webmail/src/compose.php?send_to=cac%40superbid.net">cac@superbid.net</a></p>
<p><strong>Sobre a Superbid</strong></p>
<p>A Superbid é especializada na gestão da venda de ativos através de leilão eletrônico e presencial simultâneo. Os serviços oferecidos pela Superbid vão desde a avaliação dos bens, identificação do mercado comprador, gestão da venda e a liquidação financeira.  É a empresa líder em seu segmento, com escritórios no Brasil, Argentina, Chile, Colômbia e Estados Unidos. Possui entre seus clientes algumas das maiores empresas nacionais e multinacionais como Vale, Grupo Votorantim, Walmart, Klabin, Volkswagen, Rhodia, Embraer, Braskem, Louis Dreyfus, White Martins, Schincariol e Duratex entre outras.</p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://anepac.org.br/wp/wp-content/uploads/2012/04/Trator-de-Esteiras-CAT-D6R-III-XL-DS-Fidens.jpg"><img class="size-full wp-image-1581 alignleft" title="Trator de Esteiras CAT D6R-III XL DS - Fidens" src="http://anepac.org.br/wp/wp-content/uploads/2012/04/Trator-de-Esteiras-CAT-D6R-III-XL-DS-Fidens.jpg" alt="" width="130" height="97" /></a><a href="http://anepac.org.br/wp/wp-content/uploads/2012/04/Rolo-Pneus-Muller-AP-26-SPA.jpg"><img class="size-full wp-image-1580 alignleft" title="Rolo Pneus Muller AP 26 - SPA" src="http://anepac.org.br/wp/wp-content/uploads/2012/04/Rolo-Pneus-Muller-AP-26-SPA.jpg" alt="" width="130" height="97" /></a><a href="http://anepac.org.br/wp/wp-content/uploads/2012/04/Escavadeira-de-Esteira-CAT-330BL-SPA.jpg"><img class="size-full wp-image-1579 alignleft" title="Escavadeira de Esteira CAT 330BL - SPA" src="http://anepac.org.br/wp/wp-content/uploads/2012/04/Escavadeira-de-Esteira-CAT-330BL-SPA.jpg" alt="" width="130" height="97" /></a><a href="http://anepac.org.br/wp/wp-content/uploads/2012/04/Carregadeira-de-Rodas-Hyundai-HIL780-7A-Fidens1.jpg"><img class="size-full wp-image-1578 alignleft" title="Carregadeira de Rodas Hyundai HIL780-7A - Fidens" src="http://anepac.org.br/wp/wp-content/uploads/2012/04/Carregadeira-de-Rodas-Hyundai-HIL780-7A-Fidens1.jpg" alt="" width="130" height="97" /></a></p>
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		<title>Embu realiza leilão de caminhões, máquinas pesadas e britadores</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Mar 2012 16:58:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícia]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[No dia 30 de março a Embu, uma tradicional produtora de brita e areia, irá vender caminhões, máquinas pesadas e equipamentos industriais, para renovação de frota e do parque de máquinas. São 36 lotes localizados em Embu/SP e Vila Velha/ES, &#8230; <a href="http://anepac.org.br/wp/sem-categoria/embu-realiza-leilao-de-caminhoes-maquinas-pesadas-e-britadores/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No dia 30 de março a Embu, uma tradicional produtora de brita e areia, irá vender caminhões, máquinas pesadas e equipamentos industriais, para renovação de frota e do parque de máquinas.</p>
<p>São 36 lotes localizados em Embu/SP e Vila Velha/ES, entre os quais podemos destacar: caminhões comboio, pipa, basculantes e caminhões fora de estrada, motoniveladoras, britadores Faço, Sandvik e PC de diversas capacidades, caçambas, entre outros.</p>
<p>O encerramento acontecerá no dia 30 de março a partir das 13h00. A utilização da internet no processo proporciona que interessados possam participar de imediato, oferecendo os lances através do site da Superbid (<a href="www.superbid.net">www.superbid.net</a>).</p>
<p>Como Participar</p>
<p>As fotos e descrições completas dos ativos estão disponíveis no site www.superbid.net Para ofertar lances, é necessário se cadastrar e solicitar habilitação – todo o processo pode ser online. Quem quiser ir ao pregão presencial, deverá se dirigir na data e hora do encerramento à Al. Lorena, 800 – São Paulo/SP. Os interessados em visitar os ativos antes do leilão devem entrar em contato com a Central de Atendimento da Superbid, através do Telefone: (11) 2163-7800 ou via e-mail: cac@superbid.net</p>
<p>Sobre a Superbid</p>
<p>A Superbid é especializada na gestão da venda de ativos através de leilão eletrônico e presencial simultâneo. Os serviços oferecidos pela Superbid vão desde a avaliação dos bens, identificação do mercado comprador, gestão da venda e a liquidação financeira.  É a empresa líder em seu segmento, com escritórios no Brasil, Argentina, Chile, Colômbia e Estados Unidos. Possui entre seus clientes algumas das maiores empresas nacionais e multinacionais como Vale, Grupo Votorantim, Walmart, Klabin, Volkswagen, Rhodia, Embraer, Braskem, Louis Dreyfus, White Martins, Schincariol e Duratex entre outras.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Conferência Internacional de abertura do Seminário ANEPAC</title>
		<link>http://anepac.org.br/wp/noticia/conferencia-internacional-de-abertura-do-seminario-anepac/</link>
		<comments>http://anepac.org.br/wp/noticia/conferencia-internacional-de-abertura-do-seminario-anepac/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 09 Nov 2011 11:28:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícia]]></category>

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		<description><![CDATA[Comunicação é a base da credibilidade para o setor de brita A imagem do setor, assinalou Joy Wilson na abertura do seminário da  Anepac, passa necessariamente pela forma pela qual as pessoas vêem as empresas Para que a mídia, as &#8230; <a href="http://anepac.org.br/wp/noticia/conferencia-internacional-de-abertura-do-seminario-anepac/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://anepac.org.br/wp/wp-content/uploads/2011/11/Joy-Wilson.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1376" title="Joy Wilson" src="http://anepac.org.br/wp/wp-content/uploads/2011/11/Joy-Wilson-200x300.jpg" alt="" width="200" height="300" /></a></p>
<p><strong>Comunicação é a base da credibilidade para o setor de brita</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>A imagem do setor, assinalou Joy Wilson na abertura do seminário da  Anepac, passa necessariamente pela forma pela qual as pessoas vêem as empresas</strong></p>
<p>Para que a mídia, as autoridades e os acadêmicos, assim como a comunidade, compreendam o que é a indústria de brita é necessário que entendam o que ela produz. “Para tanto, é preciso uma comunicação clara e precisa a todos os públicos. É dessa forma que o setor ganhará credibilidade.”</p>
<p>Foi assim que Jeniffer Joy Wilson, CEO da National Stone, Sand and Gravel Association, dos Estados Unidos, abriu ontem o primeiro dia do III Seminário Internacional sobre Agregados para Construção Civil, que nesta edição trata do tema Relações Comunitárias, promovido pela Associação Nacional das Entidades de Produtores de Agregados para a Construção Civil (Anepac).</p>
<p>A imagem do setor, assinalou Joy Wilson, passa necessariamente pela forma pela qual as pessoas vêem as empresas e essas devem ter como foco -  e passar esse foco – “melhorar sempre”, operando de acordo com as leis, as regulamentações e o Poder Judiciário.</p>
<p>Nos EUA, informou Joy Wilson, o setor trabalha com inúmeras ferramentas de comunicação objetivando aproximar população, acadêmicos e a própria mídia. São produzidos DVDs, filmes, livros e usada as redes sociais. A informação sobre o setor chega também aos estudantes por meio de informativos que tratam das profissões da área e foi criado um museu da pedra. “Não temos a pretensão de fazer com que ninguém se apaixone pela área, mas que entendam o setor e aceitem nossa missão e responsabilidade de colaborar com o desenvolvimento.”</p>
<p>Nos Estados Unidos, a indústria de brita participa com US$ 37 bilhões do PIB e cada cidadão consome por ano 7 toneladas de pedras. “São números surpreendentes e sabemos que não dá para fazer ‘recrescer’ as pedras que retiramos da natureza, mas que podemos utilizá-la para o bem de todos. É isso que precisamos que todos entendam.”</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Estudo da Ernst&amp;Young mostra que a carga tributária sobre minérios é muito maior no Brasil do que em outros países</title>
		<link>http://anepac.org.br/wp/noticia/estudo-da-ernstyoung-mostra-que-a-carga-tributaria-sobre-minerios-e-muito-maior-no-brasil-do-que-em-outros-paises/</link>
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		<pubDate>Mon, 24 Oct 2011 14:34:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícia]]></category>

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		<description><![CDATA[Ainda às voltas com a discussão em torno dos royalties do petróleo, alguns parlamentares tentam acelerar a elevação do royalty recolhido pela mineração, ou CFEM (Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais). É notório o objetivo imediatista de fomentar os &#8230; <a href="http://anepac.org.br/wp/noticia/estudo-da-ernstyoung-mostra-que-a-carga-tributaria-sobre-minerios-e-muito-maior-no-brasil-do-que-em-outros-paises/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ainda às voltas com a discussão em torno dos royalties do petróleo, alguns parlamentares tentam acelerar a elevação do royalty recolhido pela mineração, ou CFEM (Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais).</p>
<p>É notório o objetivo imediatista de fomentar os cofres públicos e, também, de liderar uma ação política com prefeitos de cidades mineradoras, que ficam com o pedaço maior do bolo da CFEM.</p>
<p>O Executivo conduz esse debate com propriedade. Inclusive, com participação do setor privado, sem açodamento e analisando vários aspectos da carga tributária e encargos que recaem sobre a mineração. E não enxergando apenas a CFEM, como por vezes ocorre no Congresso.</p>
<p>Se há a intenção de se alterar um encargo, necessário se faz avaliar o total de impostos, taxas, compensações etc. recolhido por esse setor, de modo a não prejudicar sua competitividade. Quanto à mineração, fornecedora de insumos para centenas de cadeias produtivas, grande exportadora e geradora de divisas, o gesto abrupto desse grupo de parlamentares federais é temerário.</p>
<p>Há pouco, se verificou um acertado pedido de vista na Comissão de Infraestrutura do Senado a um projeto que aumenta a CFEM. Sem embasamento técnico, a proposta multiplica muitas vezes as alíquotas do encargo. E não faltaram manobras políticas para tentar aprovar tal projeto nas primeiras instâncias do Senado, sem a necessária e aprofundada discussão pública.</p>
<p>Um estudo da consultoria Ernst&#038;Young compara a carga tributária do Brasil sobre os minérios com a de outros 20 principais concorrentes internacionais. Em 12 minérios analisados, as mineradoras brasileiras pagam, na média, a maior carga tributária (incluído royalty) em cinco deles (cobre, potássio, zinco, níquel e rochas ornamentais).</p>
<p>Em relação a seis minérios (manganês, bauxita, ouro, caulim, fosfato e carvão mineral), aqui se cobra a segunda maior carga. O minério de ferro, carro-chefe das exportações, tem a terceira maior carga tributária.<br />
A análise não considera questões de não cumulatividade (que elevam o custo tributário), alto custo trabalhista, excesso de taxas e contribuições e obrigações acessórias, que certamente levam o Brasil à vexatória posição de líder isolado na tributação mundial de minérios.</p>
<p>Há, ainda, descompasso entre o que querem esses parlamentares e o que prevê o Plano Nacional de Mineração 2030, do Ministério de Minas e Energia, lançado neste ano: &#8220;Uma política eficaz para os royalties da mineração deve ser implementada em sinergia com a política geral de tributação&#8221;.</p>
<p>Respeitada a posição desses congressistas pró-aumento da Cfem, essa discussão não deve ser conduzida de forma isolada, mas, como pretende o Executivo, ao levar em conta a análise da tributação total, a modernização do Código Mineral e a criação da agência reguladora.</p>
<p>Fonte: Folha de São Paulo (19/10/2011)</p>
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		<item>
		<title>Alckmin atende FPAM e cria Subsecretaria de Mineração</title>
		<link>http://anepac.org.br/wp/noticia/alckmin-atende-fpam-e-cria-subsecretaria-de-mineracao/</link>
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		<pubDate>Wed, 05 Oct 2011 19:12:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícia]]></category>

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		<description><![CDATA[Acompanhado do coordenador da Frente Parlamentar de Apoio à Mineração, deputado estadual João Caramez, o governador Geraldo Alckmin assinou, segunda-feira, dia 03/10, o decreto de criação da subsecretaria de Mineração, no âmbito da Secretaria de Estado de Energia. Realizado no &#8230; <a href="http://anepac.org.br/wp/noticia/alckmin-atende-fpam-e-cria-subsecretaria-de-mineracao/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://anepac.org.br/wp/wp-content/uploads/2011/10/foto-Caramez-Geraldo-Eduardo-e-Anibal-300x2081.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1285" title="foto-Caramez-Geraldo-Eduardo-e-Anibal-300x208" src="http://anepac.org.br/wp/wp-content/uploads/2011/10/foto-Caramez-Geraldo-Eduardo-e-Anibal-300x2081.jpg" alt="" width="300" height="208" /></a></p>
<p>Acompanhado do coordenador da Frente Parlamentar de Apoio à Mineração, deputado estadual João Caramez, o governador Geraldo Alckmin assinou, segunda-feira, dia 03/10, o decreto de criação da subsecretaria de Mineração, no âmbito da Secretaria de Estado de Energia. Realizado no Palácio dos Bandeirantes, o evento contou com as presenças do secretário de Energia, José Anibal, e do coordenador do Comin- Fiesp, Eduardo Luz.</p>
<p>A subsecretaria visa elaborar e executar políticas públicas para o setor no Estado, além de contribuir para o desenvolvimento da mineração paulista de forma sustentável e em harmonia com o uso e ocupação do solo. “Esse é um setor que gera mais de 200 mil empregos aqui no Estado de São Paulo e que nós podemos avançar muito”, disse Alckmin.</p>
<p>A iniciativa atende pleito da FPAM que, desde sua criação, em 2006, luta pela criação de um órgão para atender o setor. “Esse é o resultado de vários anos de luta dos representantes do setor, defendido como prioridade pela Frente Parlamentar de Apoio à Mineração”, citou Caramez que agradeceu ao governador pela iniciativa.</p>
<p>“A criação da subsecretaria é essencial para que o Estado possa desenvolver um trabalho de planejamento, coordenação e implantação de ações que garantam o suprimento dos recursos minerais produzidos em São Paulo e que são essenciais para o nosso dia a dia – desde a água mineral e do copo onde bebemos até a casa onde moramos”, explicou o parlamentar, autor da emenda nº 607, ao projeto de lei nº 0771/2011, publicada em setembro no Diário Oficial do estado de São Paulo, ao Plano Plurianual visando aumentar a dotação orçamentária para o Programa Estadual da Mineração, com a inclusão da ação: Ordenamento Territorial Geomineiro.</p>
<p>FPAM</p>
<p>A Frente Parlamentar de Apoio à Mineração foi criada por iniciativa do deputado João Caramez com o intuito de incrementar o desenvolvimento sustentável da mineração paulista. Desde sua criação, em 2006, defende a criação de um órgão gestor de mineração para que o Estado possa ter uma política pública para o setor mineral.</p>
<p>Integrada por mais de 20 deputados, conta com a colaboração de representantes de entidades públicas e privadas, ONGs ambientalistas e técnicos do setor. Com reuniões mensais, a FPAM tem desenvolvido inúmeras ações para o alcance de seus objetivos.</p>
<p>Fonte: Assessoria de Imprensa FPAM (04/10/2011)</p>
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		<title>Demanda por areia e brita continuará firme até 2015</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Oct 2011 19:02:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>A forte aceleração do mercado imobiliário brasileiro nos últimos anos, a melhoria da renda e a ampliação das obras de infraestrutura causaram, como não poderia deixar de ser, um desdobramento positivo no segmento dos chamados agregados de construção civil, composto basicamente por areia e brita. Dados levantados pela Associação Nacional de Entidades de Produtores de Agregados para a Construção Civil (Anepac) mostram que a demanda por esses materiais cresceu numa média anual de 6,2% de 2006 até este ano. E o desempenho não poderia ser mesmo outro, afinal de contas os agregados estão na base da construção civil e são indispensáveis em todo tipo de obra. Assim, quando a construção civil cresce, ele naturalmente acompanha. Para se ter uma noção, um quilômetro de metrô consome aproximadamente 50 mil toneladas de agregados; uma estrada exige 9,7 toneladas desse material e para cada 1 mil metros quadrados de área construída em edifícios o volume de agregados usado chega a 1,3 tonelada.</p>
<p> Diante desses dados e da tendência favorável, sobretudo da área de infraestrutura, as perspectivas do setor são bastante animadoras para os próximos anos. Projeções feitas pela Anepac indicam que em 2015, o país estará demandando um total de 583 milhões de toneladas de agregados. &#8220;Há uma infinidade de obras relacionadas a programas de renovação da infraestrutura aeroportuária em função dos projetos da Copa e da Olimpíada que deve manter bastante aquecido o segmento de agregados&#8221;, diz Eduardo Rodrigues Machado Luz, coordenador do comitê da cadeia produtiva da mineração da Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp).</p>
<p> Outra razão do otimismo reinante no segmento é o consumo per capita brasileiro de agregados, que, apesar do recente crescimento, continua muito baixo, quando comparado com outros países. &#8220;Nosso consumo anual está na casa de 3,3 toneladas por habitante, bem distante dos índices de países europeus e dos Estados Unidos, onde o consumo per capita está entre oito e dez toneladas por habitante/ano. A diferença de sete toneladas por habitante mostra o grau de desenvolvimento deles&#8221;, diz Fernando Mendes Valverde, presidente- executivo da Anepac.</p>
<p>Em função desse quadro, as estimativas de investimentos das empresas do segmento são expressivas. Um recente estudo elaborado pela Anepac e pelo Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram) projeta que até 2014, as cerca de 3 mil empresas de agregados investirão aproximadamente R$ 2 bilhões. E os investimentos devem ser distribuídos por todo o país. &#8220;Como no caso dos agregados inexiste comércio entre grandes distâncias, devido ao baixo valor unitário do produto e ao elevado peso do frete, o investimento é voltado para atender a demanda local e, portanto, é pulverizado&#8221;, diz o economista Humberto Almeida de la Serna, da regional paulista do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM).</p>
<p> Apesar dessa dispersão dos investimentos, o perfil do setor segue o desempenho econômico do país, onde predomina o maior desenvolvimento do Sul e do Sudeste. Nada menos que 72% da demanda por agregados estão concentradas nas regiões Sul e Sudeste do país, de acordo com levantamento da Anepac.</p>
<p> Mesmo com esse ambiente promissor, há uma preocupação do segmento com relação ao marco regulatório. &#8220;Precisamos ter o ordenamento territorial da atividade, com a preservação dos recursos&#8221;, diz Fernando Valverde, da Anepac. &#8220;A falta desse ordenamento poderá inviabilizar mais de 50% do bem mineral de agregados no Brasil&#8221;, alerta Ednilson Artioli, presidente do conselho da entidade. Outros agentes dizem ser urgente disciplinar o uso e a ocupação do solo, de forma a preservar as jazidas.</p>
<p> Nesse aspecto não há, no entanto, convergência total no ramo. Para Valverde, por exemplo, estabelecer prazo para a lavra de uma mina não interessa aos empresários do segmento. &#8220;Existem pedreiras em São Paulo que estão operando há 50 anos e que, seguramente, vão estar em condições de plena por mais 50 anos&#8221;, diz o presidente-executivo da Anepac. Segundo Valverde, a discussão em torno do marco regulatório vem se arrastando há anos. Quando a presidente Dilma estava à frente do Ministério das Minas e Energia, em 2004, ela determinou a elaboração de um plano nacional de agregados que está &#8220;em elaboração&#8221; até agora.</p>
<p> Na avaliação de vários especialistas, o ordenamento legal é importante também para que a população entenda melhor a atividade de mineração. &#8220;Precisamos mostrar para a opinião pública que o aproveitamento dos recursos minerais é inerente à sobrevivência da civilização. É necessário ter a consciência de que os bens minerais são imprescindíveis para a qualidade de vida&#8221;, destaca Machado, da área de mineração da Fiesp.</p>
<p> Fonte: Valor Econômico, por Lázaro de Souza (26/09/2011)</p>
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		<title>Código Florestal/Aprovação</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Sep 2011 20:23:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Depois de quatro horas de debates, a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado aprovou nesta quarta-feira (21) o projeto de reforma do Código Florestal (PLC 30/11). Foi acolhido o texto do relator, senador Luiz Henrique da Silveira &#8230; <a href="http://anepac.org.br/wp/noticia/codifo-florestalaprovacao/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://anepac.org.br/wp/wp-content/uploads/2011/09/codigo.jpg"></a><img class="alignleft" title="Codigo" src="http://anepac.org.br/wp/wp-content/uploads/2011/09/codigo.jpg" alt="" width="176" height="177" />Depois de quatro horas de debates, a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado aprovou nesta quarta-feira (21) o projeto de reforma do Código Florestal (PLC 30/11). Foi acolhido o texto do relator, senador Luiz Henrique da Silveira (PMDB-SC), que fez pequenas correções de inconstitucionalidades, deixando novos ajustes e o exame das 96 emendas apresentadas pelos senadores para as demais comissões que analisarão a matéria.</p>
<p>Ao defender seu voto, Luiz Henrique reafirmou compromisso de analisar as emendas em novo relatório que apresentará nas comissões de Ciência e Tecnologia (CCT) e de Agricultura (CRA), onde também é relator da proposta. Ele anunciou ainda disposição de construir um voto em conjunto com o relator do texto na Comissão de Meio Ambiente (CMA), senador Jorge Viana (PT-AC).</p>
<p>Na discussão do projeto, diversos senadores elogiaram as alterações feitas por Luiz Henrique, mas apontaram aspectos que seriam contrários à Constituição e permanecem no texto. Visando alterar esses aspectos, foram apresentados dez destaques para votação em separado de emendas que corrigem as inconstitucionalidades.</p>
<p>No entanto, o exame dos destaques foi rejeitado por 14 a 8, o que permitiu a aprovação do relatório de Luiz Henrique, com o entendimento de que a correção de inconstitucionalidades poderá ser feita nas outras comissões ou mesmo com o reenvio do texto à CCJ, caso haja necessidade.</p>
<p>Antes da votação, o senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) apresentou voto em separado pela rejeição do projeto, que não chegou a ser votado, face à aprovação do texto do relator.</p>
<p>O projeto segue agora para a CCT, onde poderá ser alterado no mérito. Uma das mudanças deve ser a inclusão de regras para remunerar agricultores que mantiverem florestas em suas propriedades, como pagamento por serviço ambiental. A proposta é defendida pelo presidente da CCT, Eduardo Braga (PMDB-AM), e consta de emendas apresentadas ao projeto.</p>
<p>O texto também deverá ser alterado na forma, para separar disposições transitórias, como a regularização do passivo ambiental, das disposições permanentes. Essa separação foi sugerida pelo ministro Herman Benjamin, do Superior Tribunal de Justiça, e acolhida por Luiz Henrique e Jorge Viana. O ministro participou de audiência pública realizada no último dia 13, quando os senadores discutiram o projeto de reforma do Código Florestal com juristas e representantes do Ministério Público.</p>
<p>No texto aprovado na CCJ, o relator modificou o artigo 8º, oriundo da polêmica Emenda 164, aprovada ao final da votação da matéria na Câmara. O texto dispõe sobre as condições para supressão de vegetação em áreas de preservação permanente (APPs), como margem de rios e topos de morros.</p>
<p>O relator manteve regra que limita a intervenção nessas áreas protegidas a hipóteses de utilidade pública, de interesse social ou de baixo impacto ambiental, incluindo ainda o detalhamento sobre cada uma delas. Luiz Henrique também alterou a redação do caput do artigo para explicitar que a autorização para atividades agrossilvopastoris, de ecoturismo e turismo rural em APP será conferida exclusivamente para atividades consolidadas até julho de 2008.</p>
<p>Essa data é questionada por diversos senadores, que apresentaram emenda propondo sua modificação. Na discussão da matéria, o senador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) apontou contradição entre o texto do artigo 8º e dos artigos 10, 12 e 35, que também dispõem sobre área consolidada.</p>
<p>Na versão inicial do relatório, Luiz Henrique abria a estados e ao Distrito Federal a possibilidade de dividir com a União poder para definir outras condições de intervenção em APP, além das previstas na lei. Ele, no entanto, retirou esse dispositivo, dizendo ter chegado à decisão após entendimento com o governo federal.</p>
<p>Luiz Henrique também modificou diversos trechos de artigos que estabeleciam a necessidade de futuro regulamento. Com as modificações, o relator determina que questões em aberto sejam sanadas em &#8220;ato do chefe do Poder Executivo&#8221;.</p>
<p>Apesar de a análise na CCJ ser restrita a aspectos de juridicidade e constitucionalidade, muitos senadores fizeram considerações sobre aspectos de mérito, deixando explícitas as diferenças de opiniões. Enquanto Lindbergh Farias (PT-RJ), por exemplo, propõe modificar o texto para ampliar a proteção de APPs, Kátia Abreu (DEM-TO) afirma que a implementação das sugestões de Lindbergh obrigaria a retirada dos moradores da Rocinha, no Rio de Janeiro. A necessidade de proteção das APPs também foi defendida por Marcelo Crivella (PRB-RJ).</p>
<p>Outro aspecto discutido foi a necessidade de melhor utilização da terra pela pecuária, como forma de liberar área para a expansão do agronegócio. A baixa produtividade da pecuária brasileira foi apontada pelo senador Antonio Carlos Valadares (PSB-SE). Em contrapartida, Blairo Maggi (PR-MT) lembrou que boa parte da agropecuária no Brasil requer a correção e melhoria do solo, aumentando os custos da produção brasileira.</p>
<p>Fonte: Agência Senado</p>
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		<title>Assinatura do decreto de criação da sub-secretaria de mineração – Estado de São Paulo</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Sep 2011 08:22:40 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" src="http://anepac.org.br/wp/wp-content/uploads/2011/05/02.jpg" alt="Noticia" width="275" height="144" />Será assinado pelo Governador Geraldo Alckmin no próximo dia 3 de outubro o Decreto de criação da Sub-Secretaria de Mineração, no âmbito da Secretaria de Energia, no Palácio do Governo do Estado de São Paulo.</p>
<p>Esta foi uma conquista do trabalho conjunto entre o COMIN, SINDIPEDRAS, ANEPAC e SINDAREIA aliado ao apoio incondicional da FPAM (Frente Parlamentar de Mineração da Assembléia Legislativa de São Paulo), através de seu coordenador, Deputado João Caramez e do líder de governo na Assembléia, Deputado Samuel Moreira que, com suas lideranças, competências e dedicação, não mediram esforços na colaboração para que o objetivo fosse atingido.</p>
<p>Foi também publicada no Diário Oficial a emenda apresentada pelo Deputado Caramez ao Plano Plurianual no sentido de aumentar a dotação orçamentária para o Programa Estadual da Mineração, com a inclusão da ação: Ordenamento Territorial Geomineiro.</p>
<p>“EMENDA Nº 607, AO PROJETO DE DE LEI Nº 0771/2011</p>
<p>MODIFICA O PROGRAMA: 4907- PROGRAMA ESTADUAL DE MINERAÇÃO</p>
<p>Adiciona ação ao Programa Estadual de Mineração de forma a garantir a realização do ordenamento territorial</p>
<p>Geomineiro”</p>
<p>Fonte: FPAM/SP</p>
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		<title>Governo conclui dois projetos para setor de mineração</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Sep 2011 08:23:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O governo federal já tem prontos dois dos três projetos de lei que propõem a reformulação do tratamento dado à atividade de mineração no país. Segundo o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, o novo marco regulatório está &#8220;praticamente &#8230; <a href="http://anepac.org.br/wp/noticia/congresso-recebe-em-breve-regras-para-a-mineracao/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-1132 aligncenter" title="Noticia" src="http://anepac.org.br/wp/wp-content/uploads/2011/05/01.jpg" alt="" width="224" height="144" />O governo federal já tem prontos dois dos três projetos de lei que propõem a reformulação do tratamento dado à atividade de mineração no país. Segundo o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, o novo marco regulatório está &#8220;praticamente resolvido no Palácio do Planalto&#8221;.</p>
<p>O ministro informou que os dois projetos de lei, o do novo Código de Mineração e dos royalties do setor, foram concluídos. A única pendência está relacionada à terceira proposta, que trata da criação da nova agência reguladora. Ele disse que há uma &#8220;pequena dificuldade&#8221;, que está sendo enfrentada pelos ministérios de Minas e Energia e do Planejamento, relacionada à transferência dos funcionários do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) para a nova agência.</p>
<p>O órgão assumirá tarefas importantes relacionadas ao recolhimento dos royalties e exercerá o trabalho de fiscalização e regulação do setor. &#8220;Estamos acabando de trabalhar em cima dessa definição. Quando concluirmos, a presidenta decide e manda para o Congresso&#8221;, disse o ministro.</p>
<p>As premissas estabelecidas inicialmente pelo governo, segundo o ministro de Minas e Energia, estão mantidas. Entre elas, a iniciativa de dobrar a média atual de 2% das alíquotas de royalties dos diferentes minérios, fixada pela lei da Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (CFEM). &#8220;Preferimos fazer essa elevação de 100%, generalizada, e manter a média de 4%&#8221;, disse Lobão.</p>
<p>Outro mecanismo, que era considerado apenas uma possibilidade, mas foi confirmado pelo ministro, é o estabelecimento, na nova lei, de uma margem de variação das alíquotas de royalties. Com essa proposta, o governo federal teria um limite mínimo e um limite máximo para fixar os novos percentuais de cobrança da compensação para cada minério. Esses percentuais serão estipulados por meio de outro instrumento legal, como decreto presidencial, depois de sancionada a lei.</p>
<p>O ministro assegurou que o governo não enviará o novo marco regulatório do setor ao Congresso Nacional por meio de uma medida provisória. A ideia, segundo ele, é mandar as três propostas ao Legislativo para serem submetidas à forma convencional de tramitação, sem efeito prático imediato e prazo de votação.</p>
<p>Quanto à reformulação do atual Código de Mineração, em vigor desde 1967, Lobão mencionou que o período de exploração das jazidas terá o limite reduzido para 20 anos, com possibilidade de renovação de prazo. A concessão de lavra não tem, até agora, limite de tempo para acabar e, na proposta inicial do novo código, teria a duração de 35 anos.</p>
<p>Lobão falou também sobre as medidas de estímulo à produção de cana-de-açúcar anunciadas recentemente pelo governo para ampliar oferta de etanol. Ele disse que os últimos ajustes estão a cargo do secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa.</p>
<p>O ministro não quis comentar os últimos detalhes em discussão com os governo estaduais sobre os novos critérios de distribuição dos royalties do petróleo. &#8220;Vamos ver qual é a melhor solução, talvez chegar a um mix de tudo isso. O fato é que até o dia 14 teremos uma proposta firme para apresentar ao Congresso Nacional&#8221;, afirmou.</p>
<p>Fonte: Valor Econômico (Por Rafael Bittencourt / Brasília)</p>
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