Revista Areia e Brita

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Edição 73 – Out 2018 a Jan 2019

Esta edição apresenta como reportagem principal a evolução de processos e mudanças estruturais nos grandes centros urbanos favorecem utilização do produto para o mercado.

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Edição 73 – Out 2018 a Jan 2019

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Conheça a vitrine de produtos e as vantagens de tornar um parceiro ANEPAC.

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Rosemberg Braga

Rosemberg Braga

 

Texto fixa o prazo de três anos para mineradoras fecharem barragens construídas pelo método de alteamento a montante, como a que estourou em Brumadinho (MG). Matéria segue para análise do Senado.

Leia a matéria na integra. clique aqui

Quarta, 19 Junho 2019 17:19

Associadas da ANEPAC recebem premiação

As empresas AB Areias, de São Paulo, e Martins Lanna, de Minas Gerais, ambas associadas da ANEPAC, receberam ontem, em cerimônia realizada no Centro Brasileiro Britânico, em São Paulo o prêmio Empresa do Ano do Setor Mineral na categoria Agregados, concedido pela revista Brasil Mineral.

A tradicional premiação existe desde 1984 e, de acordo com a revista, é um reconhecimento às empresas que se destacam em itens como política de crescimento, inovação e política ambiental. As indicações das empresas são feitas pelo conselho consultivo da revista, para quatro categorias, Metais Ferrosos, Metais Não-ferrosos, Metais preciosos, Minerais Industriais/Fertilizantes e Agregados, e a votação é realizada entre os leitores da publicação.

Também foram premiadas nesta edição as empresas Buritirama Mineração e CBMM (Minerais Ferrosos), CBA e Nexa (Minerais Não Ferrosos), AngloGold Ashanti e Yamana Gold (Metais Preciosos) e AMG Mosaic (Minerais Industriais/Fertilizantes).

O presidente executivo da ANEPAC, Fernando Valverde, participou da cerimônia onde estavam presentes, também, representantes de entidades setoriais, empresários e profissionais do setor mineral.

 

Palco

Troféus

Crédito fotos: Brasil Mineral

Publicado em: 19/06/2019

O presidente do Conselho da ANEPAC, Gustavo Lanna, participa hoje de encontro com produtores de areia e brita da região do Vale do Aço em Minas Gerais.

No encontro serão abordados temas como a venda por toneladas, determinada pela Portaria ANM 261/2018 e o Movimento Responsabilidade de Peso, lançado pelo Sindipedras SP e adotado pela ANEPAC para mobilização em todo Brasil.

O evento acontecerá na sede do Sesi/Senai de Ipatinga às 13h30.

 

Publicado em: 06/06/2019

Tabela de frete é fracasso, afirma agronegócio

Já para entidades da indústria, dispositivo prejudica não só os produtores como também os próprios caminhoneiros

Matéria do Jornal Folha de São Paulo apresenta visão de setores do mercado sobre a tabela de fretes de cargas.

 

Confira a matéria na íntegra.

www1.folha.uol.com.br/mercado/2019/05/tabela-do-frete-e-fracasso-afirma-agronegocio.shtml

Terça, 21 Mai 2019 09:25

91º ENIC

A ANEPAC esteve presente, na pessoa de seu Presidente do Conselho, Gustavo Lanna,  na 91ª edição do Encontro Nacional da Construção. O evento foi realizado entre os dias 15 e 17 de maio no Rio de Janeiro.

No evento foram discutidos temas de grande importância para o setor mineral, com projeções de mercado para os próximos meses. Além da participação de renomados profissionais do setor, o ENIC recebeu ministros de estado e líderes de entidades representativas do setor da construção para palestras e debates.

Para Gustavo Lanna, o conteúdo das palestras e debates foi muito interessante, com posições realistas e otimistas sobre a realidade do setor.

Promovido pela CBIC, o evento foi realizado em parceria com o Sindicato da Indústria da Construção no Estado do Rio de Janeiro (Sinduscon-Rio), a Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro (Ademi-Rio) e o Serviço Social da Indústria da Construção do Rio de Janeiro (Seconci-Rio).

 

Relatório do Pnuma mostra riscos da exploração excessiva deste recurso natural; documento pretende início de um debate global sobre extração; relatório identifica melhores práticas existentes.

O Programa da ONU para o Meio Ambiente, Pnuma, alerta que é necessária uma melhor gestão na extração e utilização de areia.

Segundo um relatório publicado esta terça-feira, a procura deste recurso natural tem vindo a crescer e já se situa entre os 40 e os 50 bilhões de toneladas por ano.

LEIA A MATÉRIA NA ÍNTEGRA. CLIQUE AQUI!

Segunda, 06 Mai 2019 15:15

Novos Tempos em São Paulo?

Há muito tempo que se faz necessário um planejamento da atividade minerária no Estado de São Paulo. As primeiras tentativas remontam à década de 70 e os maiores interesses foram direcionados para a várzea do rio Tietê, devido à dicotomia mineração x indústria, com o aumento do crescimento econômico da região metropolitana de São Paulo.

Foram realizados alguns trabalhos nesse sentido, tanto pela Emplasa, como Secretaria de Negócios Metropolitanos, CPRM, IPT, etc. Sem, contudo, se transformarem em políticas públicas que garantissem o planejamento da mineração, evitando a esterilização de potenciais jazidas e problemas com o futuro fornecimento de minérios, principalmente os agregados (areia e brita) e argila, básicos para toda a cadeia da infraestrutura e construção e o consequente desenvolvimento econômico do Estado.

O resultado foi que das 142 minerações de areia existentes na região da Grande São Paulo não sobrou uma sequer em atividade e atualmente o suprimento da região tem que vir de até 200 km de distância. Será que os nossos gestores públicos calcularam o quanto isso acarretou em aumento do custo de vida para a nossa população? E as consequências para o meio ambiente, devido à necessidade de transporte, quase todo ele realizado por caminhões e às áreas impermeabilizadas com o avanço da urbanização sobre as mesmas? Será que o meio ambiente não teria ganho mais com a regularização dessas minerações e as consequentes preparações das áreas mineradas para a conservação e/ou o uso futuro pela própria comunidade?

Atualmente é patente que a mineração é muito mais uma “parceira” do quê uma “adversária” para o planejamento do uso do solo nas cidades, visto que as áreas por ela utilizadas acabam sendo as mais conservadas, recuperadas e/ou reaproveitadas ambientalmente, assim como comunitariamente. Vide os vários parques existentes no Estado; antigas áreas que servem de armazenamento de água, tanto para captação como para regulação em épocas de cheias em algumas várzeas e que, portanto, acabam evitando a “invasão” urbana e consequente impermeabilização das mesmas.

Nesse sentido, o Estado de São Paulo tem procurado avançar em algumas frentes, demonstrando uma maior preocupação com o Setor Minerário Paulista. Primeiramente, com a criação em 2009 da FPAM – Frente Parlamentar de Apoio à Mineração, iniciativa suprapartidária da ALESP – Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, composta atualmente por mais de 20 Deputados Estaduais, onde são discutidas a situação e as necessidades do Setor Minerário Paulista, podendo gerar demandas da área legislativa junto à executiva do Estado.

Posteriormente, reativou a antiga Coordenadoria de Mineração, então ligada à Secretaria de Energia, Saneamento e Recursos Hídricos, a qual foi transformada em Subsecretaria de Mineração em 2011. Sendo que, em 2015, a própria Secretaria mudou de nome para Secretaria de Energia e Mineração do Estado de São Paulo, ficando definitivamente encarregada de ser a protagonista nos assuntos ligados à mineração no Estado.

Atualmente, com a participação de técnicos de várias Secretarias, inclusive do Sistema Ambiental, com visões mais voltadas ao planejamento do Estado como um todo, visando o desenvolvimento econômico, sem um viés exclusivamente ambiental agressivo, mas voltado à sustentabilidade ambiental e social, o Estado de São Paulo tem procurado enxergar a mineração como uma aliada e parceira e não com aquela visão antiquada de ser um “problema” a ser enfrentado.

Isso tem sido constatado em algumas regiões onde estão sendo desenvolvidos trabalhos voltados ao PDUI – Plano de Desenvolvimento Urbano Integrado, ao ZEE – Zoneamento Ecológico Econômico e algumas revisões municipais de Planos Diretores e Leis de Uso e Ocupação do Solo (como em Mogi das Cruzes, Arujá, Jundiaí), onde entidades representantes da mineração paulista tem tido participação efetiva, além de trabalhos mais específicos encabeçados pela Subsecretaria de Mineração, como OTGMs – Ordenamentos Territoriais Geomineiros e discussões/fóruns de debates específicos junto ao Ministério Público, CETESB, etc.

Nesses trabalhos já são cogitadas discussões a respeito do uso futuro de algumas áreas de minerações nas diversas regiões, não só para a conservação ambiental, mas também estudo de possíveis áreas de reserva e captação de água, como controle de vazões em épocas de cheias de rios/córregos próximos, de aterros de inertes, etc.

Com a efetiva instalação da nova ANM – Agência Nacional de Mineração e a consequente imediata entrada de funcionamento do Decreto Presidencial Nº 9.406 de 12/06/2018, chamado simplificadamente de Nova Regulamentação do Código de Mineração, onde consta entre seus artigos a possibilidade de realização de convênios entre a União, Estados e Municípios, para um acompanhamento mais de perto e detalhado da mineração, quem sabe conseguiremos, finalmente, uma maior participação dos Estados e Municípios no planejamento das suas atividades minerárias, garantindo a não esterilização de jazidas potenciais e o consequente fornecimento futuro de minérios, assim como a melhor utilização de áreas mineradas para as comunidades envolvidas, caminhando todos juntos para um maior desenvolvimento sócio ambiental sustentável.

Vídeo do IBRAM destaca a presença de minérios no dia a dia da construção civil

Quem nunca desejou ter uma casa própria? Um sonho presente na vida de milhões de brasileiros só pode ser realizado por meio da mineração. É isso que o Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM) quer mostrar com o novo filme institucional “Mineração: sempre presente em nossa vida”. “Ao fazer esta ligação na mente das pessoas, entre o produto final – ou seja, uma casa que se tornou um bem para o uso diário – e as matérias-primas, conseguimos atrair a atenção e a compreensão da sociedade para a essencialidade da indústria mineral empresarial em nossas vidas”, diz Paulo Henrique Soares, diretor de Comunicação do IBRAM.

Com imagens de projetos de arquitetura, intercaladas com cenas de objetos de decoração sendo colocados na casa e a alegria das famílias pela conquista, o roteiro conduz o espectador a reconhecer a mineração nos materiais utilizados pela construção civil para erguer paredes, tetos, pisos, janelas, entre outras partes que compõem as edificações.

De forma leve e atraente, o vídeo apresenta aos brasileiros o que poucos sabem: areia, pedra, brita, cascalho e argila, muito usados nas construções, são minerais. Denominados tecnicamente de agregados da construção civil, são extraídos em empreendimentos minerais situados mais próximos das cidades, como em pedreiras, por exemplo.

De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM), a produção anual brasileira do conjunto de agregados é muito representativa. Em 2017 chegou a 420 milhões de toneladas, ficando em terceiro no País. Os agregados só não superaram a o minério de ferro e água mineral. “A tecnologia e as facilidades da vida moderna dependem essencialmente de produtos minerais. O que nem todos sabem é que a construção de estradas, pontes, casas, edifícios também depende da mineração. É preciso, portanto, apoiar esta atividade produtiva para sempre termos acesso aos suprimentos de minérios”, aponta Walter Alvarenga, diretor-presidente do IBRAM.

A produção do vídeo contou com a participação da Associação Nacional das Entidades de Produtores de Agregados para Construção (Anepac).

Mercado de agregados

Segundo dados da Anepac, o mercado brasileiro de agregados é atendido por diversos produtores. Atualmente, o setor reúne mais de 3.100 empresas, sendo 600 de produção de brita e 2.500 de extração de areia que, juntas, geram um total de 75 mil empregos diretos e 250 mil indiretos.

 

Ficha técnica:

Cliente: Instituto Brasileiro de Mineração

Produção: Tutano Filmes

Direção: Guilherme Mendes

Direção de Fotografia: Marcelo Borja

Design: Anna Paola Guerra

Animação: Hamilton Júnior, Bruno Cardieri e André Reis
Finalização: Marcelo Reis

Aprovação: Paulo Henrique Leal Soares, Diretor de Comunicação do IBRAM

Quarta, 16 Março 2016 13:21

Edição 40 – 2007 – Out/Nov/Dez

Nesta Edição:

  • Mineração de areia no Rio Grande do Sul.
  • Toque feminino na produção de brita.
  • Ordenamento territorial da mineração de agregados.
Quarta, 16 Março 2016 13:14

Edição 41 – 2008 – Jan/Fev/Mar

Nesta Edição:

  • Licenciamento ambiental para mineração em São Paulo.
  • Produção de brita em Ribeirão Preto.
  • Cresce demanda por brita na grande São Paulo.
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